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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Malvados soluços

Meses e meses sem um verdadeiro ataque de soluços e eis que neste último dia do ano estou para aqui aos pulos e a situação não há meio de passar. 

Já bebi água, comi e fiz o pino mas o que é certo é que não existe meio destes malvados soluços passarem, deixando-me em paz. 

Não me lembro da última vez em que isto tinha acontecido, mas de certo que já foi há muito, talvez já há mais de um ano, não sei! Agora é esperar que isto desapareça quando quiser!

Aqui está uma situação que não desejo para 2016!

2016

2016-new-year.jpg

Prestes a deixar 2015 para dar as boas-vindas a 2016, os sonhos e votos de felicidade são renovados no salto para os próximos doze meses. A todos uma boa entrada no novo ano, aquele que a comunidade chinesa diz ser o do macaco. Vamos soltar a macaquice que existe dentro de cada um de nós em 2016, revelando o que de bom e mau poderá acontecer com tanta macacada junta. 

Bom 2016 pessoal e até para o ano!

Não Vou Chorar o Passado

não vou chorar o passado.jpg

Autor: Tiago Rebelo

Data: Outubro de 2001

Editora: ASA

Número de páginas: 192 páginas

Classificação: 3 em 5

 

Opinião:

Leveza e amor numa só obra são os destaques sagrados da maioria dos romances de Tiago Rebelo. Com Não Vou Chorar o Passado não existe excepção.

Com um passado marcado pela perda, no presente dois jovens com poucos anos de experiência profissional encontram-se no que parecia ser um mero acaso. Duas vidas com passados semelhantes e onde esse mesmo passado poderá ser a chave para a resolução de um futuro que promete ser composto de felicidade.

Gostei da criação dos personagens centrais, Alice e Joaquim, e de como a história se vai desenrolando. Confesso que de início fiquei um pouco à toa com a primeira parte do livro, já que Rebelo sempre gosta de esticar o prólogo por uns bons capítulos, não se percebendo a razão pela qual tal acontece, até que depois tudo vai sendo desmistificado e resolvido, existindo sentido coerente para tanta explicação.

Noção laboral

Existem dias em que é necessário dar razão à consciência para se perceber que enquanto trabalhador não seu fez grande coisa ao longo das oito horas de trabalho!

Hoje foi um desses dias! Não senti e não percebi como o tempo foi passando! Olho para trás e vejo que acabei por andar de um lado para o outro por me andarem sempre a chamar e que em concreto acabei por não ver o meu corpo a ter grande produtividade ao longo daquelas horas em que estive a tentar fazer alguma coisa em vão!

Existem sempre estes dias em que deixamos o horário laboral e pensamos no que andamos a fazer... No meu caso foi nada de nada! Dizem que faço mas na minha auto análise acabo por pensar que isso não acontece, ficando meio disperso ao longo de manhã e tarde onde todos têm a sua função, como eu, mas onde acabei por andar meio presente no trabalho dos outros e ausente no que tinha em mente desempenhar. 

A saída do Paulinho das feiras!

Paulo, querido, então que se está a passar para deixar a liderança do CDS logo agora que o professor Marcelo contava consigo para a campanha eleitoral?

Uma notícia que surge logo no dia em que a vóvó Maria de Belém dá nova entrevista à TVI para revelar as suas histórias! O Paulinho já parece o Sócrates, fazendo surgir as suas novidades políticas quando alguém tenta brilhar mais alto!

E agora quem comandará o CDS fora e dentro de um Parlamento que irá estar a ferro e fogo dentro em breve?! E quem percorrerá as feiras nacionais em campanha?

Maria para Belém? Nãooooooooooooo!

Será de mim ou a Maria de Belém é mais uma vóvó que quer ter um lugar bem especial entre nós não percebendo ao certo a razão da sua candidatura? Não vejo até ao momento um pingo de autoridade, aquele pingo que é necessário, nesta senhora que somente parece querer é sopas e descanso para tomar conta do lar e da família que está prestes a aumentar.

Quem conseguirá colocar o seu voto daqui a umas semanas no quadrado para eleger a dona Maria para Belém? Só um fã acérrimo com olhos vendados, porque de resto...

Missão para o início de 2016

Uma das missões pessoais para o início do próximo ano está assumida!

A partir de 1 de Janeiro existe uma palavra de ordem... Poupar! Poupar! Poupar!

Neste momento as despesas aumentaram e tenho de controlar os gastos que por vezes são desnecessários. Sei que não sou um gastador irresponsável como tantos que andam por aí, no entanto existem pequenos apontamentos do dia a dia que sempre ajudam a deixar alguns euros no bolso se forem ligeiramente alterados!

Concretizações de 2015

Agora que o ano está a terminar, vamos revelar uma das concretizações que idealizamos para 2015 e que conseguimos cumprir... 

Conto desde já que uma das minhas foi a de ter trocado de carro, despedindo-me do velhinho Opel Corsa, que me acompanhou ao longo de uma década, depois de ter passado do pai, para adquirir uma carrinha Renault Clio. 

Toca a revelar, pela secção de comentários que se segue, desejos cumpridos por este ano que agora está prestes a terminar... 

Multibanco falido

Quatro dias com o espírito do Natal no ar e com a maioria das pessoas de descanso e o que aconteceu às caixas de multibanco? Ficaram falidas!

Pelo final da tarde e antes de entrar no quentinho do lar, parei em quatro caixas de multibanco, sim quatro, e só na última consegui levantar dinheiro. Parece que a sociedade saiu à rua, colocou-se a levantar as suas economias e subsídios de Natal para oferecem aos familiares e gastarem neste fim-de-semana prolongado, deixando os cofres das caixas depenados. 

Atual leitura... Não Vou Chorar o Passado

Em última semana de 2015 quero dedicar-me de forma rápida a um romance que também presume-se de leitura rápida da autoria de Tiago Rebelo. Não Vou Chorar o Passado é a opção para estes últimos dias do ano, não querendo ficar com a leitura pendente para os primeiros dias de 2016, terminando assim o ciclo literário e recomeçando tudo depois.

Para quem não sabe, Tiago Rebelo é daqueles autores nacionais que admiro! Gosto mesmo da forma descritiva e simples ao mesmo tempo com que o jornalista descreve os seus personagens que viajam dentro e fora do país, dando assim a conhecer outros lugares aos seus leitores. Com dois jovens como protagonistas, Joaquim e Alice, que se conhecem numa conferência de imprensa, é assim dado o mote para o início de tudo!

Não Vou Chorar o Passado porque o presente e futuro é o que verdadeiramente importa!

O Amante Japonês

amante-japones.jpg

Autor: Isabel Allende

Data: Outubro de 2015

Editora: Porto Editora

Número de páginas: 336 páginas

Classificação: 4 em 5

 

Opinião: Construíndo um forte núcleo de personagens, Isabel Allende não surpreende em O Amante Japonês, continuando sim no seu mais forte lado romântico já conseguido por outros tempos. Com esta nova criação a autora une duas mulheres que enquanto jovens viram a sua vida ser alterada longe do que pensavam que iria ser o seu futuro. A mudança é o verdadeiro sentido desta obra onde a paixão e a amizade se unem com um forte enredo recheado de mensagens.

Com duas histórias no feminino que caminham paralelamente, o leitor é convidado a entrar no passado longínquo e tão presente de Alma, tal como nos medos de Irina que advém também dos seus tempos de menina. Conseguirão as mágoas criadas enquanto criança marcar para sempre uma vida que fica em turbulência até ao fim dos seus dias?

Sem dúvida que a alma deste romance está em Alma, o centro de toda a acção com a sua vida levada por um amor que nem sempre esteve presente fisicamente consigo mas que marcou os seus pensamentos dia após dia. O preconceito e o medo nem sempre conseguiram ser vencidos pelo amor em épocas conturbadas onde a sociedade não aceitava de forma leve a mudança. Ainda hoje isso acontece e sempre continuará a persistir, infelizmente!

Será que vale sempre a pena lutar pelo que se sente numa certa altura de vida, mesmo que se tenham de enfrentar turbilhões de sentimentos para se conseguir atingir um determinado objetivo? Quem não luta poderá arrepender-se um dia mais tarde e em O Amante Japonês essa ideia é bem perceptível com o caminhar por vezes solitário até um objetivo comum, o verdadeiro amor.

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