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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Vencedores de Lar Doce Lar

O espetáculo Lar Doce Lar está de regresso ao Porto para encher o Teatro Sá da Bandeira de boa disposição! Como acredito que rir é um dos melhores remédios para tudo nesta vida e como gosto de partilhar com todos bons momentos, lancei com a Força de Produção o passatempo que dava a oportunidade de vencerem bilhetes duplos para a sessão de estreia da mini temporada deste espetáculo a que adorei assistir! Com Maria Rueff e Joaquim Monchique em palco, em Lar Doce Lar o público é convidado a entrar numa residência para seniores onde tudo e mais alguma coisa acontece às variadas personagens que vão entrando e saindo de cena!

 

Preconceitos para com a ficção nacional

A velha história repete-se ano atrás de ano, década após década, tendo a certeza que por muito caminho que se percorra pelos próximos tempos no campo da ficção nacional o preconceito para com a mesma irá sempre existir por uma grande parte de grupos sociais que muitas vezes assistem mas recriminam e criticam quem faz e admite tal facto. 

Desde os primeiros anos em que a televisão em Portugal começou a apostar em produção própria e deixou a importação de produtos do género para trás que as vozes se começaram a levantar por tal opção não ser a melhor e por tudo parecer amador no que é feito por cá. Digamos de passagem que esses tempos primórdios já passaram e nos dias que correm os principais canais generalistas apostam nos nossos atores para elaborarem histórias bem portuguesas e onde o país é mostrado não só a nós mas cada vez mais ao mundo que compra o que é feito neste canto da Europa. 

Ganha... Os Maias

os maias.png

Eça de Queiroz criou Os Maias, aquela obra que todos poderiamos ser obrigados a ler no ensino secundário mas que nem sempre tal obrigação é cumprida. Na altura lembro-me na perfeição que não li e mesmo assim consegui com auxiliares de estudo ultrapassar tal barreira. No entanto poucos meses após terminar o décimo segundo ano e uma vez que tinha uma edição da altura desta obra por casa acabei por lhe pegar sem existir a pressão escolar e adorei toda a história criada, acreditando que tal facto só foi possível porque li quando queria e do modo que quis e não com aquela obrigação como pano de fundo. Anos já passaram, várias edições desta obra foram lançadas e agora foi a Guerra e Paz Editores a celebrar a história criada por Eça de Queiroz, aquela que poucos conseguem emparelhar. Como gostei de ter ao longo de vários dias a família Maia como companhia e gostaria que todos pudessem ler este livro de livre vontade, eis aqui a oportunidade de ganharem um dos exemplares da obra que continua a fazer história num passatempo com um toque clandestino de amor. 

«A casa que os Maias vieram habitar em Lisboa, no Outono de 1875, era conhecida na vizinhança da Rua de S. Francisco de Paula, e em todo o bairro das Janelas Verdes, pela casa do Ramalhete, ou simplesmente o Ramalhete. Apesar deste fresco nome de vivenda campestre, o Ramalhete, sombrio casarão de paredes severas, com um renque de estreitas varandas de ferro no primeiro andar, e por cima uma tímida fila de janelinhas abrigadas à beira do telhado, tinha o aspecto tristonho de residência eclesiástica que competia a uma edificação do reinado da Sr.ª D. Maria I: com uma sineta e com uma cruz no topo assimilar-se-ia a um colégio de Jesuítas. O nome de Ramalhete provinha decerto de um revestimento quadrado de azulejos fazendo painel no lugar heráldico do escudo de armas, que nunca chegara a ser colocado, e representando um grande ramo de girassóis atado por uma fita onde se distinguiam letras e números de uma data. 
Longos anos o Ramalhete permanecera desabitado, com teias de aranha pelas grades dos postigos térreos, e cobrindo-se de tons de ruína. Em 1858 monsenhor Buccarini, núncio de S. Santidade, visitara-o com ideia de instalar lá a Nunciatura, seduzido pela gravidade clerical do edifício e pela paz dormente do bairro: e o interior do casarão agradara-lhe também, com a sua disposição apalaçada, os tectos apainelados, as paredes cobertas de frescos onde já desmaiavam as rosas das grinaldas e as faces dos cupidinhos.»

Este passatempo vai decorrer até às 20h00 do dia 11 de Outubro e para se habilitarem a um exemplar do livro só têm de:

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Atual leitura... Não Sou Esse Tipo de Miúda

Não Sou Esse Tipo de Miúda é um dos livros que tenho há algum tempo na lista de espera para avançar com a sua leitura! Agora e porque Se Isto É Um Homem tornou-se num verdadeiro inferno literário devido ao seu tema central, Auschwitz, não me ser atrativo, eis chegado o momento de ter em mãos uma obra leve e divertida, segundo dizem. Vamos lá ver o que me reserva este livro de «gaja» da autoria de Lena Dunham pelos próximos dias!

Santa Bárbara da São

São José Correia dispensa apresentações e agora que protagoniza com Benedita Pereira e Albano Jerónimo a nova novela da TVI, Santa Bárbara, só tenho uma coisa a dizer para a sua prestação no primeiro episódio... Arrasadora!

A grande e principal vilã desta aposta do canal encaixou na perfeição no perfil da atriz que já mostrou a sua versatilidade em tantas personagens, quase todas em modo sexy, mas diferentes entre si. 

Santa Bárbara se continuar assim tem muito por onde se lhe pegar mas terá sempre um grande centro... São José Correia, que arraso de interpretação que também só é permitida graças ao bom texto que lhe colocaram em mãos! Gostei desta estreia do autor que já tinha dado cartas com Belmonte! Quero mais e se possível com a Antónia no poder, porque como diz, ela manda nisto tudo!

Bilhetes para Lar Doce Lar (01-10-2015)

Lar doce lar sá da bandeira.jpg

Após encherem o Casino Lisboa por mais que uma temporada e de já terem andado pelo Porto, chegou a hora de Maria Rueff e Joaquim Monchique voltarem com Lar Doce Lar ao Teatro Sá da Bandeira. 

De 1 a 11 de Outubro o espetáculo que tem conquistado o público e a critica pelos últimos anos está de regresso ao Norte após a conquista de mais de 125 mil espetadores por todo o país. Uma comédia bem divertida onde os dois atores desempenham várias personagens que se inserem num ambiente de um residência para séniores onde tudo e mais alguma coisa acontece. 

Como assisti e aconselho, tenho agora três convites duplos para oferecer aos leitores do blog que têm assim a oportunidade de ver este espetáculo no dia do regresso, 1 de Outubro pelas 21h30, ao Porto onde já foi bem recebido por outras alturas. 

Maria Rueff e Joaquim Monchique deixaram mais de 100 mil espectadores, por todo o país, incrédulos e desconcertados por tanto se rirem, num espectáculo que transformou a comédia num bem de primeira necessidade: "Lar Doce Lar".

Com um desempenho notável, os dois actores são os fantásticos protagonistas deste grande êxito que nos convida a mergulhar no mundo de uma residência para séniores de uma forma hilariante e, ao mesmo tempo, ternurenta.

Chegou a hora de permitir aos muitos que não conseguiram ver este excelente espectáculo, ou mesmo àqueles que não se cansam de o ver e rever!

Maria Rueff e Joaquim Monchique, com grande generosidade e muito talento, ensinam-nos a sonhar e a olhar para a vida com uma alegria que só um finíssimo sentido de humor pode causar.

Texto A partir de " O Que Importa É Que Sejam Felizes!" de Luísa Costa Gomes

Com Maria Rueff e Joaquim Monchique

Encenação António Pires

Cenário F. Ribeiro

Figurinos Dino Alves

Desenho de Luz Paulo Sabino

 

TEATRO SÁ DA BANDEIRA

1 A 11 de OUTUBRO

5ª a sábado: 21h30 I Domingos: 17h

Preços: a partir de 8€ 

Este passatempo vai decorrer até às 19h00 de 30 de Setembro e para se habilitarem a um dos bilhetes duplos que tenho para sortear só têm de:

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Se Isto É Um Homem

se isto é um homem.jpg

Autor: Primo Levi

Ano: 1988

Editora: Teorema

Número de páginas: 188 páginas

Classificação: 2 em 5

 

Opinião:

Muito se apregoa sobre a excelente obra de Primo Levi que pelo ano passado lá me deixei levar e comprei pela Feira do Livro de Lisboa Se Isto É Um Homem. E a primeira coisa que possa contar é que ao contrário da grande maioria, odiei este livro e não me consigo entusiasmar em nada com o drama com um só nome, Auschwitz.

Embora veja um grande talento na escrita de Primo Levi, que tem um poder de relatar vivências com um entusiasmo como se tudo tivesse acontecido de forma positiva, sem esquecer personalidades vincadas, sofrimento e envolvimento numa boa narrativa contada na primeira pessoa com uma excelente escrita, o tema em si não me consegue absorver.

Não é a primeira obra que leio onde todo o drama vivido em Auschwitz é relatado e embora considere que Primo Levi é dos melhores contadores de histórias só por esta experiência que tive com o autor, não consigo render-me a esta história de sobrevivência pessoal onde um descuido em grupo poderia colocar tudo em risco. Felizmente este homem chegou ao fim da sua pesada aventura e ficou para contar a história que enfrentou e que ficou na memória de muitos. Se Isto É Um Homem é um relato único e sem grandes comoções sobre a realidade dos homens que sobreviveram e acompanharam tantas mortes ao longo do tempo.

Toca a Seguir

Estás a ver este link... http://blogs.sapo.pt/profile/subscriptions/add?blog=oinformador , aquele do Seguir Perfil?! É onde tens de ir para acompanhares o dia-a-dia deste blog que espera por ti e por todos! Fico a aguardar o teu simples clique e isto poderia ser dito em tom ameaçador, mas como sou muito pacifico é tudo em paz meus senhores, tudo em paz!

Vencedores de Sou...

Sou... é o livro de estreia de Daniela Cardoso, a aveirense que por gosto aventurou-se no mundo da escrita poética. Após uns dias em passatempo aqui pelo blog, eis que chegou a altura de revelar os vencedores dos dois exemplares desta obra que se insere na colecção Prazeres Poéticos da Chiado Editora. 

  • Nídia Pereira
  • Sérgio Teixeira

Sobe balão, sobe inspiração!

Neste serão sinto-me ligeiramente inspirado! Talvez precisasse de um descanso, de uma pausa só para mim! Depois de um dia bem cansativo e pesado de trabalho, descansei nas últimas horas e acredito que as baterias estão recarregadas. O «Sobe, sobe, balão sobe» da Manuela Bravo foi simplesmente a música que me surgiu na cabeça, sabe-se lá por que carga de água!

Plaza Suite

Plaza.jpg

Alexandra Lencastre e Diogo Infante são as grandes estrelas de Plaza Suite, aquele espetáculo que tem dado que falar por conseguir esgotar a sala do Teatro Tivoli BBVA sessão após sessão. Primeiro e rápido comentário sobre esta comédia... Adorei!

Com dois atos distintos entre si, Plaza Suite é daquelas peças onde o lema «rir é o melhor remédio» marca presença do início ao fim! Com dois casais bem diferentes que desfolham as suas desventuras amorosas ao longo de uma vida perante as circunstâncias atuais em que se encontram, as duas histórias contadas e criadas por Neil Simon, encaixam na vida de tantos pares que andam por ai que é impossível não se fazerem comparações num momento ou outro. 

Quatro personagens centrais, quatro personagens secundárias interpretadas por Helena Costa e Ricardo de Sá e um decor que recebe em momentos distintos as duas histórias que se passam no mesmo local em datas diferentes. Se no início acompanhamos uma mulher que acredita festejar naquele dia o seu aniversário de casamento e faz de tudo para reconquistar o marido que a troca por uma jovem, já na segunda parte a acção, a que mais me conquistou, passasse em torno de uma noiva que se tranca na casa-de-banho do quarto de hotel enquanto os pais entram em desespero pelas contas que estão a pagar naquele dia em que a filha parece já não querer dar o «sim» ao noivo que a consegue convencer no final a abandonar o casulo onde fica durante grande parte do tempo. 

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