Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

O ... chegou!

Sem nome!Quase, mas mesmo quase em primeira mão, apresento-vos o ...! O pequeno bulldog francês chegou hoje comigo, vindo diretamente de Espanha, depois de uma viagem de mais de oito horas, e eis que está neste momento a tentar adormecer sozinho, procurando o seu lugar aqui por casa.

O pequeno cachorrinho, ainda sem nome, tem quase mês e meio e ao contrário do que pensei pelo caminho, foi bem aceite por aqui, tendo ficado logo tudo em volta do mesmo que pelas primeiras horas em terras nacionais ainda não parou quieto por muito tempo, o que não é normal para esta raça.

A partir de agora as aventuras e histórias do ... serão contadas também aqui pelo blogue! Em breve revelarei o nome escolhido porque a minha opção não foi aceite pelos meus pais, como tal optei por deixar para trás a minha preferência!

Já agora, alguma sugestão?!

Momentos

bons momentosUma imagem encontrada algures pelo Facebook e que me deixou a pensar em como estes símbolos tão bem podem representar as características apresentadas.

Os «bons momentos» que devem continuar a existir agora e sempre, contribuindo para o bem estar de qualquer um, ajudando ao crescimento pessoal onde se consegue sair valorizado. O bem e as coisas boas da vida são para desfrutar em boa companhia e em harmonia. 

As «memórias» devem ficar retidas nas paragens onde acontecem! Tudo o que deverá permanecer pelo pensamento de cada um tem de fazer parte das boas memórias sobre os acontecimentos que se sobrepõem aos maus momentos deixados para trás e que a mente apaga.

A «tristeza», aquela onde sempre devemos colocar um ponto final e seguir em frente! Quando a música tocada não é a pretendida deve-se seguir em frente, deixando o que não corre da melhor maneira para quem o desejar, nunca para os defensores do bem. Costuma-se dizer que tristezas não pagam dívidas, então porque tais aparecem e nos fazem cair num abismo de onde por vezes é complicado sair?

A «felicidade» deverá sempre ser revivida porque embora aconteça no presente e seja desejada no amanhã, antes também já marcou presença e deverá sempre ser recordada. É bom poder reviver os momentos do passado, aquelas situações que nos fizeram sorrir e estar bem, querendo sempre estar assim, com o desejo do paraíso impresso em cada pensamento.

Os bons momentos, as memórias, a tristeza e a felicidade, quatro situações particulares que afectam os sentimentos de quem pensa, sonha e realiza! Se pudesse abafava a tristeza de agora com a felicidade do passado, deixando as memórias mostrarem os bons momentos que irão surgir amanhã, no entanto para ser completo a balança entre o bem e o mal tem de estar sempre presente porque a monotonia das coisas boas iria gerar uma verdadeira tristeza de tanta falsidade junta.

Promessas por cumprir

Todos acabamos por prometer algo alguma vez, seja sobre um assunto que pode mudar a vida de alguém ou simplesmente uma banalidade que não cria ilusões. O mau é quando afirmamos algo, deixamos uma ilusão boa sobre o futuro de outra pessoa pelo ar e depois os ditos prometimentos acabam por tardar a aparecer como forma de acontecimento real. Espero que as promessas que me foram feitas há algumas semanas sejam cumpridas o quanto antes porque odeio esperar e estar em modo impaciente não conjuga em nada com a minha maneira de ser.

Quando me dizem que vou ter isto ou aquilo ou afirmam em jeito de confidência que algo está a ser preparado para acontecer e que me ajudará a dar outros passos, logo fico com as expetativas em alta. Posso andar com algum desalento, mas quando percebo que algo vai ser alterado para melhor ganho novo ânimo e forças para voltar à luta e não me deixar abater pelo desalento e monotonia. 

Agora quero e espero que as supostas promessas comecem a ganhar forma e possam ser colocadas em prática o quanto antes. Porque uma coisa é dizerem que isto ou aquilo irá acontecer a partir de determinado momento, outra é revelarem o que está para ser cumprido e depois ter de esperar por tempo indefinido pelas palavras que ditarão a verdadeira mudança.

Preciso que as promessas sejam cumpridas o quanto antes porque esperar nunca conjugou comigo!

Paciência esgotada

Serei o único a sentir várias fases ao longo do tempo, fases essas que se traduzem também na paciência que tenho para com os outros? Existem dias em que apetece conviver com tudo e todos sem qualquer problema, mas também acontece que em determinadas alturas existem pessoas que nos acabam por chatear tanto que é necessário dar um espaço para restabelecer energias, conseguindo depois voltar ao convívio pacífico com tais personagens.

A paciência e o estado de espírito são duas características que se notam em mim quase à distância. Não que as deixe transparecer muito para quem está à minha frente, no entanto é no meu íntimo que sinto que tenho que dar um espaço para não me chatear e fartar de vez de determinadas pessoas.

As conversas, os massacres chatos, os temas, a gritaria e os locais frequentados acabam por cansar e causar-me a sensação de que já chega, ou como a Teresa Guilherme diz, «é tudo por agora», voltando passados uns dias à rotina, dando de novo espaço para tais pessoas voltarem até mim com as suas situações.

Não consigo sair ou estar a tomar alguma refeição com pessoas que naquele momento acabam por me chatear ou dizer pouco, talvez por alguma chatice ou mesmo por querer estar mais sozinho, não querendo conversas e boa disposição forçada à minha volta.

Sinto-me até um ser paciente, porém sei que não tenho o mesmo limite de elástico para todas as situações e existem vários momentos onde a barreira é ultrapassada muito facilmente, dependendo da pessoa que acaba por atear a faísca. Uns têm paciência de santo, eu tenho paciência limitada!

A vida é curta!

Os acontecimentos que nos envolvem diariamente fazem-me cada vez mais pensar em como a vida pode ser curta! Deixamos as coisas boas de lado ao longo do tempo e depois, de um momento para o outro, tudo desaparece como se um interruptor conseguisse desligar o bater do coração.

Desperdiçamos a felicidade e agimos consoante a sociedade, deixando muitas vezes para trás o que realmente nos poderia completar. Não conseguimos viver com completa plenitude todos os dias que vão passando sem nos darmos conta que o amanhã pode já não estar disponível. O tempo não pára, a vida corre e ninguém é eterno!

Teoricamente o fim seria longe, estaria previsto para boas décadas depois do nascimento, mas nem sempre isso consegue ser a verdade de cada vida e a máquina desliga-se sem vontade e deixando muito para trás, sonhos por realizar e crenças perdidas.

A vida é curta para a conseguirmos ainda desperdiçar com chatices, mal entendidos e desagrados, há que viver casa dia como se fosse o último porque daqui a pouco as batidas da verdade podem já não nos pertencer e a sociedade com que tanto nos preocupamos continuará a povoar este mundo repleto de desigualdades e injustiças.

Eu e o final da vida!

Este ano estou mesmo destinado a ter que assistir a acidentes, mortes inesperadas e partidas premeditadas! Voltei a ver alguém morrer, numa praia, e em poucos minutos! Sinto-me triste!

Não conhecia o rapaz que deixou este mundo, só assisti a tudo a poucos metros de distância e percebendo as palavras de aflição dos amigos que o tentaram reanimar quando um ataque de epilepsia o fulminou!

As coisas acontecerem em menos de uma hora, desde a chegada de bicicleta do indivíduo, aos cumprimentos para com os companheiros de praia, uma ida à água e no regresso o acidente natural aconteceu. Os amigos tentaram reanimá-lo, logo as pessoas entendidas no assunto foram em socorro, os bombeiros chamados, mas pouco ou mesmo nada já conseguiram fazer quando chegaram ao local. Do momento em que caiu até os paramédicos darem a morte como certa devem ter passado pouco mais de trinta minutos.

Como tudo pode terminar assim de um momento para o outro na vida de alguém que parecia estar alegre com a sua chegada junto das pessoas de quem gosta?

Como logo o meu pensamento me transportou para outras situações, tendo tido medo naquele momento de ter que assistir a algo do género para com as pessoas que amo?!

Um rápido e triste final de vida que tive de presenciar por Espanha e que irá ficar marcado nas minhas recordações para com a cidade de Torremolinos!

Outros tempos... Outras palavras...

O tempo passa e o moderno deixa para trás o passado, aquele onde cartas eram escritas e faziam esperar um batimento de um coração apaixonado que ansiava pela chegada do correio para poder ter notícias de quem estava longe e fazia-se apresentar através das sentidas palavras junto de quem tanto desejava.

As cartas aos poucos têm perdido o seu sentido, tendo sido trocadas por emails, mensagens escritas de telemóvel e facebook ou somente pela ausência de comunicação entre o ser humano que procura cada vez mais despreocupar-se com os seus parceiros para se dedicar ao seu mundo e às suas personagens criadas em videojogos, televisão ou irrealidades que têm surgido para destabilizar o sentido da vida em comunidade. Em pleno século XXI as palavras tornam-se cada vez mais ausentes, sendo substituídas pela falta de paciência que existe entre cada um, não existindo frases para serem transcritas para o papel, revelando sentimentos bonitos e que mostravam mais que os gestos podem algum dia comunicar.

A palavra sempre foi a mais bonita forma de comunicar, ajudando o ser humano a relatar o que lhe vai na alma e aos poucos tem desaparecido e deixado a sua boa forma de comunicação pelo stress social com que o planeta vive nos dias que correm, pelos rápidos andamentos de cada um. Mostrar de forma poética e pausada o que o coração transmite é um dom inato que nasce com cada um, evoluindo consoante o ser que o transporta vai adquirindo sensibilidade e conhecimentos de si e dos outros.

As palavras, a falta das frases escritas, as cartas românticas de outros tempos... Aí, como faz falta a caneta e o papel que outrora fizeram suspirar muitos corações arrebatados e em busca da felicidade. As palavras, sempre as palavras que transmitem o amor, os sentidos e a verdadeira paixão! Já nada é contado com a crença de outros tempos e a vontade de posse entranhada de sangue que se fazia crer através da tinta que chegava além mar em busca da perfeição agora é impura!

Os tempos mudam e as palavras desaparecem!

Um pormenor sobre Danielle Steel

Gosto da escrita e dos romances de Danielle Steel, mas tenho que fazer um alerta sobre os seus livros, mais concretamente sobre as sinopses de apresentação dos mesmos!

Nunca leiam a sinopse no ato da compra! Passo a explicar... As sinopses dos livros da autora publicados em Portugal pela Bertrand conseguem contar parte da história, revelando aqueles pormenores com que conseguimos estar páginas e páginas à espera que aconteçam, estando logo tudo a ser revelado de forma compacta pelo resumo de apresentação. Aquele momento em que conseguimos esperar algum tempo acaba por desaparecer, ficando a graça sobre o futuro das personagens pelo caminho. As sinopses dos livros da autora são demasiadamente reveladoras e não podem assim ser lidas para não estragarem o envolvimento que é criado entre o leitor e o romance que vai sendo contado no interior do livro. 

Geralmente, só para não dizer sempre, leio as sinopses de todos os livros que compro, mas a partir de agora com as narrativas de Danielle Steel já não o farei mais porque acabo por ficar a saber o que não quero na realidade e isso não me interessa por gostar de ser surpreendido ao longo da leitura!

Ganha bilhetes para a peça Gisberta [2ªEdição]

GisbertaGisberta, a peça que está em cena no Cinema São Jorge, Lisboa, interpretada pela atriz Rita Ribeiro tem recebido os aplausos do público. Agora, e porque os bons espetáculos são para serem partilhados, eis que chegou o momento de lançar um passatempo onde os leitores do blogue podem assistir a este monólogo.

Quem quiser habilitar-se a ser um dos vencedores destes bilhetes que tenho para oferecer para a sessão do próximo Sábado, dia 2, de Gisberta, só tem que copiar a frase que se segue e colocá-la como comentário a este mesmo texto, ser seguidor do blogue pelo Facebook e partilhar o passatempo pelo seu mural.

«Gisberta, o espetáculo que irei ver no primeiro Sábado de Agosto!»

Este passatempo começa pelas 20h00, de dia 27 de Julho, terminando no dia 01 de Agosto, pelas 18h00. Os vencedores serão sorteados através do sistema automático random.org, sendo revelados após o final do passatempo num novo texto e contactados também via email, pedindo assim para que os participantes coloquem corretamente os seus dados – nome e email – no comentário para que seja mais fácil a comunicação com os mesmos.

Deixo-vos de seguida a apresentação do espetáculo Gisberta…

Rita Ribeiro interpreta a história ficcional, com contornos realistas, da mãe da transexual Gisberta, que foi morta barbaramente no ano de 2006, na cidade do Porto, vítima da violência de 14 jovens internos de uma instituição católica. Durante a peça, ela vai relatando a um jornalista fatos da vida do “seu menino”, desde a infância até o momento em que parte do Brasil em busca do seu direito de ser vista e respeitada como mulher. Fala da sua dificuldade em aceitar a identidade de género do filho e das várias tentativas de o dissuadir, ainda na infância, a não seguir um caminho por ela e por muitos considerado “anti-natura”; fala da saudade que sente do “seu menino”; do arrependimento por tê-lo deixado partir… Mas no discurso desta mãe, por um lado delator da sua tristeza, há uma ternura que revela o amor incomensurável desta mãe pelo seu filho. Um sentimento que se mistura à revolta contra àqueles que mataram o “seu menino”, e a uma subsequente negação à Deus. A personagem também assumirá a sua parcela de culpa por nunca ter sido capaz de realizar o desejo mais fulcral do “seu menino”: ser tratada por Gisberta.

Local: Cinema São Jorge – Lisboa

Horários:

Quinta a Sábado – 22H

Domingo – 17H

Preços:

Quinta - 6€

Sexta a Domingo - 12€

Bons comentários e sorte para seres um dos sorteados para assistir a este emocionante trabalho!

Vergonha de blogger

A vergonha de um blogger quando descobre que é conhecido pelos seus leitores em locais públicos é o tema deste texto!

Já percebi que pelos primeiros impactos isso é normal acontecer com a maioria dos bloggers, no entanto tenho que confessar que não estava assim tão preparado para começar a perceber que em certos locais onde vou já começo a ser conhecido pelos leitores e seguidores d' O Informador, o que me tem deixado com alguma vergonha.

Primeiramente achei que isso ia demorar a acontecer e que sempre iria passar despercebido, mas agora e tal como eu reconheço alguns leitores que me seguem pelas redes sociais, também eles, sim vocês, sabem quem eu sou e aparece sempre aquele momento de não saber como reagir, se cumprimentamos ou não quem geralmente está do outro lado e não tem rosto quando está a ler o que escrevo alguns minutos ou horas depois de ter publicado um novo texto ou partilhado alguma coisa pelas redes sociais.

Muitos dos bloggers escondem-se atrás das palavras que partilham pelos seus blogues, no entanto eu fui optado por me dar a conhecer e agora já comecei a sentir que existem pessoas que já sabem que sou eu, o dono d' O Informador. Sou envergonhado pelo primeiro impacto e geralmente não tomo a iniciativa de cumprimentar ninguém que neste caso sei quem é, mas com quem nunca falei directamente, como tal tenho que pedir desculpas às pessoas com quem já me cruzei e tentei fingir que nem estava no local, porque eu sou assim, fico sem reacção e não tomo a iniciativa, tendo também percebido que do outro lado os mesmos pensamentos também estavam a acontecer.

Já me disseram que tenho que mudar esta forma de pensar e sei que assim tem de ser, mas a vergonha que ainda tenho e a ideia de que iria continuar a passar despercebido não me ajudou pelos primeiros impactos. Agora começo a ter consciência que quem está por detrás deste blogue tem nome e que é uma pessoa que os outros sabem quem é, por isso não há que esconder!

Peço também a quem me encontrar e que saiba quem sou pelas imagens que partilho e afins que não hesite e que me venha cumprimentar porque se tenho ainda vergonha, a mesma irá passar e confesso que é sempre bom sentir que existe alguém desse lado que segue o meu trabalho!

Uma vergonha inicial de blogger que com o tempo terá e irá ser moldada por vontade própria e também com a ajuda de todos!

Rato meio estragado

Há poucos meses atrás comprei um pequeno rato para o portátil porque não consigo encaixar muito bem com o rectângulo que tem a mesma função e que vem incluído com o aparelho. Agora confesso que sinto alguma desilusão com a compra feita porque parece já estar com uma travadinha pelas suas teclas.

Quando chega a altura de clicar em alguma coisa nem sempre o rato corresponde à minha vontade e consegue mesmo contrariar as atitudes dos meus dedos, não obedecendo quando quero ou clicando duas e três vezes num só lugar quando na verdade só é necessário o fazer com um simples clique.

O novo e pequeno rato que comprei e do qual gostei já está avariado e desta vez começo a pensar que o mal para tal ter acontecido pode ser meu, não é verdade? Já lá vão dois em pouco tempo! Está bem que este foi baratinho, mas para o que é servia perfeitamente não fosse estar quase sempre em desacordo comigo e éramos amigos até à velhice. 

O que fazer agora? Possivelmente daqui a uns tempos terei que comprar um outro e tentar fazer a escolha certa, por pouco dinheiro e continuando pelas miudezas.

Resgate

ResgateA minha paixão pela escrita de Danielle Steel já não é um segredo para ninguém, no entanto as preferências literárias nem sempre conseguem agradar e foi isso que acabou por acontecer com o livro Resgate, a obra da autora que foge do seu habitual género e que se torna num policial, deixando o romance para segundo plano.

Unindo personagens que teoricamente poderiam nunca se cruzar, a autora criou um leve policial para contar a história onde alguns ex-presidiários se cruzam com milhões de dinheiro, crianças e consequentemente as forças policiais. Uma tragédia do início ao fim, onde o amor vai aparecendo ao de leve, sempre com um toque de medo e ressentimentos sobre o que está a acontecer à sua volta.

As buscas sobre um rapto culminam num romance entre uma mulher amargurada pelo passado e um homem que sempre viveu para um casamento de ilusões. Com um triste acidente conseguem perceber que nunca é tarde para recomeçar tudo de novo, lutando pelos verdadeiros sentimentos, mesmo que para isso se tenham que colocar na balança da razão vários valores pessoais. 

No geral gostei do livro, não posso dizer que foi tão bom como os anteriores que li de Danielle Steel, mas fugindo do seu habitual género, consegue ser uma obra corrida, sem grandes malabarismos, terminando com o esperado pelos leitores ao longo das mais de trezentas páginas.

Um livro leve, parecido a tantos outros, daqueles que se lê rapidamente e ideal para ser o companheiro das tardes de praia e descanso longe do dia-a-dia das correrias dos bons leitores.

Sinopse

Um crime violento junta a vida de quatro pessoas neste livro de Danielle Steel, a autora mais lida do mundo. A história da coragem de uma mãe, do terror numa família e da força e dignidade humanas perante as mais adversas circunstâncias. Peter Morgan é libertado da prisão depois de quatro longos anos e muitos votos para se redimir. Ao mesmo tempo, Carl Waters, um homicida, também é posto em liberdade. Nessa noite, a muitos quilómetros de distância destes acontecimentos, o inspetor da polícia Ted Lee chega a casa e encontra-a vazia. Durante vinte e nove anos, viveu para o seu trabalho e, gradualmente, foi-se afastando da mulher. Agora está sozinho. Do outro lado da cidade, uma mãe procura proteger os três filhos do pânico que cresce dentro dela. Quatro meses passados desde a morte do marido, Fernanda Barnes enfrenta uma montanha de dívidas que não consegue pagar, um mundo destruído, um casamento perdido.No intervalo de algumas semanas, a vida dos quatro vai cruzar-se de maneiras inesperadas. Para Fernanda, habituada a viver em belas casas, com segurança, sucesso e riqueza, a morte do marido já fora um golpe duro de mais. Mas um crime arrasador vem abalar a sua família e trazer para a sua vida o inspetor Ted Lee. Homem de uma integridade inabalável, Lee não tarda a transformar-se na pessoa que tenta salvar a família de Fernanda de um destino terrível.

Danielle Steel explora de forma brilhante os efeitos do crime no quotidiano das suas vítimas num romance que nos cativa do princípio ao fim.

Pág. 1/6

Mais sobre mim

foto do autor

Pesquisar

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Segue-me...

Facebook ___________________________________________________________ Instagram ___________________________________________________________ Twitter ___________________________________________________________ Pinterest Visita o perfil de O Informador no Pinterest. ___________________________________________________________ Goodreads
Envelhenescer
Três Homens Num Barco
Confissões de Inverno
O Templário Negro
Larga quem não te agarra
As Desaparecidas
Sentir
A Livraria
A Magia do Acaso
Hotel Vendôme
A Química
Não Gosto de Segundas Feiras
___________________________________________________________ BlogsPortugal
___________________________________________________________ Bloglovin Follow _____________________________________________________

 Subscreve O Informador

Mensagens

Comentários recentes

  • O Informador

    Existem os leitores do fast-food e os que gostam d...

  • Psicogata

    Afinal do que gostam os leitores? É a pergunta de ...

  • O Informador

    O que me faz uma certa confusão é ver que alguns d...

  • Psicogata

    Na minha opinião é a atitude correta e acima de tu...

  • O Informador

    Uma questão de não terem noção que estando a menti...

Atual Leitura

_________________________________________________________

Parceiros Literários

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

Espaço Cultural

_______________________________________________