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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

22
Fev14

O Medo


O Informador

Senti medo que terminasse numa altura em que acreditei que estaria tudo bem! Ausentei-me do espaço e dos sentimentos e as coisas foram mudando sem quase me dar conta. Só depois percebi que tudo tinha andado a correr mal nos últimos tempos e tremi com as palavras e com as expressões reveladas que ditavam o suposto fim. O medo deixou-me de rastos mas ao mesmo tempo acabou por pegar nas forças interiores e levar-me a lutar pela reconquista do outro. Não queria deixar tudo para trás numa altura em que acreditava na felicidade e que a deixei ao abandono do hábito.

O medo da perda e da partida fez-me perceber que tinha de fazer algo e mudar o que tinha andado mal até aí! As ilusões e falsas imagens criadas por cada ser desvanecem-se no momento em que se sabe que tudo pode terminar sem existir a intenção de tal acontecer. Senti a perda e a ausência de mim próprio quando confrontado com a falta de algo que achei que estaria bem presente. O receio aliou-se à motivação para recomeçar a reconquista e agora acredito que estou no bom caminho!

Vivi com um sentimento de culpa e resolvi enfrentá-lo de frente porque sei o que não quero perder na vida! O medo é algo fodido!

21
Fev14

A vida de Dora


O Informador

Dora, a conhecida cantora que se celebrizou através da vitória em 1986, ano em que nasci, do Festival da Canção da RTP, agora é mais uma empregada de balcão no McDonald's. Aqui está um caso público onde se atingiu um bom lugar na sociedade do reconhecimento e como aos poucos tudo se vai desvanecendo, acabando em baixo, onde é necessário o recomeço de uma vida!

Depois da vitória no programa musical, de ter andado pelos palcos nacionais e não só, ter visto os seus temas em bandas sonoras de novelas e de já mais recentemente ter integrado o lote de concorrentes do programa A Tua Cara Não Me É Estranha, na TVI, e de ter pousado para a Playboy, Dora agora está onde não era suposto!

A cantora teve tudo, foi reconhecida pela sua voz e talento, atingiu um bom patamar no que toca à música em Portugal e aos poucos foi caindo no esquecimento da sociedade, talvez também pela falta de ambição da própria e pelas vicissitudes da vida, não sei. Dora está neste momento a trabalhar com jovens que dão os seus primeiros passos profissionais, ora por necessidade de sobrevivência ora para conseguirem ajudar a pagar os estudos. No caso da cantora foi o desemprego, que afecta milhares de portugueses, que a levou a ter de recorrer a um balcão da conhecida cadeia de restaurantes para conseguir sobreviver, longe dos tempos áureos que outrora viveu!

O luxo e encanto do mundo que se desfila pela imprensa cor-de-rosa não é suave para todos e aqui está mais um caso onde se passa do arranha-céus ao rés-do-chão!

20
Fev14

A ler... Em Busca do Carneiro Selvagem


O Informador

Em Busca do Carneiro SelvagemHá algum tempo li A Rapariga Que Inventou um Sonho de Karuki Murakami e, talvez por ser um livro de contos, não fiquei grande apreciador da escrita do autor. Agora e porque quero mesmo perceber se o japonês não entra definitivamente na minha lista de possíveis leituras, volto a insistir e atiro-me de cabeça para com Em Busca do Carneiro Selvagem.

Já o comprei há uns bons meses, só que agora é que chegou o momento de pegar nesta obra lançada em Portugal pela Casa das Letras e a apreciar como se fosse a primeira vez que estou perante um trabalho de Karuki. Leio e oiço falar tão bem das suas narrativas que quando tive o primeiro impacto negativo com o seu trabalho confesso que o sentimento de rejeição bateu-me à porta. Serei eu um apreciador à margem da maioria dos outros amantes de literatura? Ele vende, é aplaudido e tem dezenas de trabalhos lançados, sempre com a preferência dos seus fiéis leitores por perto! Eu vou dedicar-me a este livro com atenção para que perceba mesmo se daquela vez algo falhou ou se entre O Informador e um japonês com a mania das letras não existe mesmo nada a fazer.

Daqui a uns dias já contarei como a aventura Em Busca do Carneiro Selvagem correu!...

Sinopse - Ambientado numa atmosfera japonesa, mas com um pé no noir americano, Murakami tece uma história detectivesca onde a realidade é palpável, dura e fria, e seria a verdade de qualquer um, não fosse um leve pormenor: é uma realidade absolutamente fantástica. Um publicitário divorciado, que tem um caso com uma rapariga de orelhas fascinantes, vê-se envolvido, graças a uma fotografia publicitária, numa trama inesperada: alguém quer que ele encontre um carneiro! Mas não é um carneiro qualquer. É um animal que pode mudar o rumo da história. Um carneiro sobrenatural… 
Murakami dá a esta estranha história um tom que só um oriental pode imprimir a uma crença, fazendo-a figurar como um facto da realidade. Coloca, de uma forma genial, a fantasia na aridez do mundo real.
19
Fev14

Vencedor do Passatempo – Numa Folha Leve e Livre


O Informador

Vencedor Numa Folha Leve e LivreO Informador lançou, em parceria com a editora Lua de Marfim, o Passatempo - Numa Folha Leve e Livre, para oferecer um exemplar do livro da autoria de António Ramos Rosa. Agora chegou a altura de revelar o nome do vencedor que foi seleccionado através do sistema random.org.

O livro de poemas onde as palavras conseguem alcançar a plenitude de um ser e a essência da natureza, percorrendo o tempo e o espaço através dos esquemas que jamais alguém conseguirá alcançar já tem o seu destino traçado e encaminhado para ser entregue à trigésima quarta pessoa a candidatar-se ao lugar de vencedor.

Sónia Alcobia

É este o nome da vencedora que irá receber pelos próximos dias o seu prémio! Desde já agradeço a todos os participantes deste passatempo e dou os parabéns à eleita. A todos deixo a mensagem que poderão ficar atentos porque os passatempos literários, teatrais e não só, irão continuar a fazer parte da vida d' O Informador!

Numa folha leve e livre

19
Fev14

Vencedores do Passatempo – Grande Revista à Portuguesa [14ªEdição]


O Informador

O Informador lançou pela décima quarta vez um passatempo para atribuir bilhetes duplos do espetáculo Grande Revista à Portuguesa, em cena no Teatro Politeama há vários meses e com estadia prolongada pelo mês de Fevereiro. Chegou agora a altura de revelar a lista dos vencedores que irão poder ver, no dia de hoje, 19, pelas 21h30, esta produção de Filipe La Féria.

Eis os nomes dos cinco comentadores mais rápidos e que agarraram assim a oportunidade de poderem estar na sala lisboeta a assistirem ao espetáculo encabeçado por João Baião, Marina Mota, Ricardo Castro, Rui Andrade, Vanessa Silva e Maria Vieira no palco do Politeama.

Maria Manuela Vaz

Marcos Fernandes

Inês Fonseca

Patrícia Tavares

Pedro Costa

Parabéns aos quinteto vencedor e um bom espetáculo a todos! Quanto aos leitores que também queriam ter tal oportunidade, fiquem atentos porque em breve novos passatempos teatrais, e não só, irão surgir!

18
Fev14

Passatempo – Grande Revista à Portuguesa [14ªEdição]


O Informador

Grande Revista à PortuguesaO Informador e as Produções Filipe La Féria têm o prazer de estarem juntos pela décima quarta vez para oferecerem cinco convites duplos de Grande Revista à Portuguesa, que estará em cena até pelo menos ao final de Fevereiro no Teatro Politeama. Quem quiser passar o serão de Quarta-feira, 19 de Fevereiro, a assistir à Grande Revista à Portuguesa tem aqui a sua oportunidade!

Numa produção de Filipe La Féria e com o elenco composto por Marina Mota, João Baião, Maria Vieira, Vanessa Silva, Ricardo Castro, Rui Andrade, Patrícia Resende, Bruna Andrade, Filipe Albuquerque e Adriana Faria, este é um grande espetáculo que já se encontra em palco há vários meses e sempre com sala cheia.

Para poderes ganhar um dos cinco convites duplos que tenho para oferecer, só tens que copiar a frase que se segue, colocá-la como comentário a este texto e ser um dos cinco primeiros comentadores. A par disso, e para te sagrares vencedor, tens também que ser seguidor do blogue pelo Facebook e compartilhar a mesma página pelo teu perfil. Depois é só estares atento ao email porque será por essa via que entrarei em contacto com os vencedores, explicando o processamento do levantamento do seu convite. Ao longo do dia 19 publicarei a lista de vencedores deste passatempo num novo texto. Lembro que os bilhetes terão que ser levantados pelas pessoas que participaram no passatempo, não sendo facultados a outros e também a nulidade dos comentários de pessoas que tenham concorrido e vencido no último mês para obterem convites do mesmo espetáculo!

«O Informador leva-me à Grande Revista à Portuguesa!»

Boa sorte e não percas tempo, porque só os primeiros comentadores válidos serão os triunfadores! Até já!

Apresentação de Grande Revista à Portuguesa…

No ano do centenário do Teatro Politeama, vinte anos depois de “Passa Por Mim No Rossio”, La Féria volta à Revista numa homenagem ao Teatro mais popular e da preferência dos portugueses. Com texto, música, encenação e cenografia de Filipe La Féria, figurinos de José Costa Reis, direcção musical do Maestro Mário Rui, coreografia de Marco Mercier e direcção vocal de Tiago Isidro a “Grande Revista à Portuguesa” reúne um elenco de primeiras figuras muito queridas do público. Marina Mota, a Rainha da revista à portuguesa, regressa ao teatro em números que ficarão históricos pela sua graça e talento ao lado de João Baião que irá mostrar a sua versatilidade numa exibição das suas multifacetadas qualidades de actor, cantor e bailarino. Outro regresso ao Teatro é o de Maria Vieira, após uma ausência no Brasil de três anos e que reaparece no auge do seu talento de cómica. Vanessa, a grande revelação do último Rock in Rio e a vencedora de “A Tua Cara Não Me É Estranha” tem a oportunidade de interpretar os momentos mais emocionantes da Revista. Ricardo Castro revela-se um cómico de primeira com caricaturas dos mais conhecidos políticos portugueses. Rui Andrade, Patrícia Resende, Bruna Andrade, Filipe Albuquerque, Adriana Faria encabeçam um grande elenco de bailarinos, músicos, acrobatas e modelos desta mega produção de La Féria.

18
Fev14

O Jogo


O Informador

O JogoUm thriller dos tempos modernos com as novas tecnologias a terem destaque ao longo da narrativa, O Jogo é o primeiro volume de uma trilogia que poderá atrair leitores, mas que não me convenceu.

Aliando a conspiração com a política e o romance, nesta obra de Anders de la Motte, a história começa por ser viciante quando Henrik Pettersson descobre um misterioso telemóvel no comboio e começa a receber sms em forma de jogo. Com o suspense entranhado ao longo da acção, as questões e missões vão sendo dadas e o leitor começa a ficar curioso com o que acontecerá logo de seguida. Só que este facto não acontece por muito tempo e aí o que parecia estar no caminho para ser um bom livro desvanece-se.

Sendo descrito consoante a perspectiva de HP e de Rebecca Normén, uma segurança com altas patentes, O Jogo cruza personagens e locais na tentativa de uma força do mal, que está a ser filmado, sobre o bem. As ordens transformadas em missões transformam-se em caprichos negados e o que parece estar a correr bem dá a volta e o final acontece longe do que se vai pensando ao longo de toda a história.

Aliando a psicologia com a ambição, este livro poderia ser o início de uma boa realidade literária se não tivesse visto a sua história perder o fio condutor com que se iniciou em busca sabe-se lá de quê, ficando assim longe das altas missões e das mensagens escritas e de voz que o líder do jogo vai enviando aos seus bons jogadores que tudo fazem para triunfar no difícil mundo onde a realidade pode ser alterada por quem consegue liderar e mudar um acontecimento.

O Jogo tinha tudo para poder dizer que é um livro promissor, mas deixou muito a desejar! Tendo uma escrita de leitura fácil e uma história corrida, o que correu mal foi mesmo o caminho percorrido pelas personagens que fugiram do processo inicial que conseguiu cativar, ao contrário do que aconteceu depois!

Sinopse: Henrik Pettersson, «HP», encontra acidentalmente um telemóvel que o convida a entrar num jogo de realidade alternativa. Passado o teste de admissão, começa a receber uma grande variedade de missões emocionantes, todas elas filmadas e avaliadas secretamente. HP deixa-se imediatamente conquistar por este jogo, mas não tarda a perceber que ele não é tão inocente como a princípio parecia. A inspetora da polícia Rebecca Normén é o oposto de HP. É uma mulher com perfeito controlo da sua vida e uma carreira ambiciosa em ascensão. Tudo seria perfeito não fosse o bilhete escrito à mão que ela encontra no seu cacifo. Seja quem for que o escreveu, sabe demais acerca do seu passado. Os mundos de HP e Rebecca aproximam-se inevitavelmente um do outro. Mas se a realidade é apenas um jogo, então o que é real?

17
Fev14

As críticas ao Somos Portugal


O Informador

A TVI começou há quase dois anos a transmitir aos Domingos o programa Somos Portugal, tendo rapidamente conseguido alcançar a liderança nas tardes da televisão generalista nacional, fazendo até com que a RTP cria-se um programa semelhante para o Sábado e a SIC ataca-se também com uma cópia imperfeita como concorrência direta ao formato do canal de Queluz. Desde o arranque do Somos Portugal que muitas criticas pelas redes sociais e fóruns têm surgido acerca do mesmo ser opção por parte da direcção do canal por ter sido retirado do ar o cinema que transmitia para colocar festas pimba. A questão que lanço aqui é... Se este produto é líder e quem gosta de bons filmes e séries opta pelos canais de cabo, qual a razão de tanta crítica a um formato vencedor?

O Somos Portugal é líder absoluto, sem oscilações e sem concorrência à altura desde as primeiras emissões, tornou-se um produto bem rentável no que toca aos valores que o canal alcança também a nível financeiro pelos valores avultados que as chamadas de participação no passatempo lhe dão, relançou novos rostos na apresentação que agora são acarinhados pelo público, tem apoiado a música nacional. Então o que fazer? Quando um formato não resulta mais cedo ou mais tarde o mesmo é retirado da grelha do canal onde é aposta, mas se isto é sucesso, já se tornou num hábito do público, soma bons resultados dentro e fora do ecrã, então qual a razão que levaria a optarem por o tirarem do ar para recolarem cinema que muitas vezes perdia audiências para os outros canais e que não lhes dava assim tanto lucro directo? Nenhuma mesmo!

O Somos Portugal começou bem, continua bem e pelo que sei tem estadia marcada nas tardes dominicais da TVI até pelo menos ao final de 2015, como tal, não vale a pena continuarem a criticar por este programa ser uma má aposta porque o mesmo irá continuar no ar e enquanto for líder e rentável não sairá tão cedo de antena nem mudará o estilo com que habitou os seus espetadores ao longo dos dois anos de emissões. Quem quer ver outras coisas tem os canais alternativos, a internet cada vez mais competitiva para com a caixinha mágica, bons livros para ler e mil e uma coisas para fazer!

O Somos Portugal é o programa do povo e tem sido isso que lhe tem garantido o sucesso, confirmando a ideia que defendo sobre o motivo que leva muitos a dizerem raios e coriscos sobre um formato que dizem não ver e depois o mesmo ter altos valores e essas mesmas pessoas saberem o que por lá aconteceu! Todos o vêem, mas poucos o admitem... Os portugueses são assim, um povo que adora esconder a sua realidade!

17
Fev14

O banho no hotel


O Informador

Tudo tem corrido bem neste fim-de-semana de trabalho pela zona do Porto e até agora somente uma coisa não está totalmente de acordo com as minhas preferências na estadia... O banho no hotel!

Então não é que quando chega a hora do banho a água tão depressa sai gelada como logo de seguida, e sem nada o prever, aparece a escaldar a ponto de se ter que sair quase da banheira? O problema não é do meu quarto porque tudo indica que todo o hotel tem tais condições de banho, mas tenham dó!

Da primeira vez não sabia, regulei a água e quando dei por isso a mesma arrefeceu e ficou em modo gelado. Desliguei e voltei a regular e fez-se o inesperado, a água a ferver apareceu e por pouco não me queimou de tão forte!

A hora do banho por este hotel é algo que não resulta lá muito bem por não se poder estar à-vontade sempre com a mesma temperatura a cair sobre o corpo. Nem tudo consegue ser perfeito, não é? Desta vez tem sido mesmo somente este o problema e é por isso que não revelo o nome do edifício que me tem acolhido por estes dias!

16
Fev14

Grande Aventura dos Livros Grátis da Presença!


O Informador

A Editorial Presença tem por vezes algumas ideias que conseguem surpreender os seus leitores e desta vez lançou a Grande Aventura dos Livros Grátis da Presença! para poder oferecer aos seus leitores livros grátis através de um simples jogo online com direito a partilha pelas redes sociais!

Através do link - http://livrosgratis.presenca.pt/70272 - encontra-se a página que dá acesso a este desafio literário composto por umas etapas que vão fornecendo pontos que podem ser trocados por livros. Respondendo a simples questões de escolha através de pontuação e da partilha pelas redes sociais do link do mesmo passatempo, é possível ganhar até três livros lançados pela editora e recebê-los quase de forma grátis em sua casa.

Eu já joguei e ganhei! E tu, do que estás à espera?!

16
Fev14

Domingo de trabalho


O Informador

Já é habitual, por fazer parte do meu horário, trabalhar ao Sábado, mas esta semana o Domingo também faz parte das minhas funções enquanto empregado. O descanso ficou em pensamento e pronto, estou a acordar para mais um dia parecido com tantos outros, só que num lugar diferente, na zona Norte do país e também num dia em que o trabalho não costuma fazer parte dos meus planos!

Este fim-de-semana vim em trabalho até à zona do Porto e por aqui estou, a abrir a pestana, quando poderia estar em casa, a dormir por mais uma horas e a aproveitar este dia que psicologicamente é o que sabe melhor quando se está fora do trabalho. As mudanças na empresa têm acontecido, os meus serviços têm sido necessários por outras bandas e cá estou eu, pronto para as novas conquistas e desafios.

Um fim-de-semana à portuense, com colegas que já não via há algum tempo, a ensinar e a receber aprendizagem. Nos próximos dias continuarei por aqui, em trabalho, sem saber ao certo quando o regresso a casa acontece! Quanto ao descanso, esse ficará só mesmo em pensamento, por enquanto!

15
Fev14

Vencedores do Passatempo – Grande Revista à Portuguesa [13ªEdição]


O Informador

Pela décima terceira vez O Informador lançou um passatempo para atribuir bilhetes duplos do espetáculo Grande Revista à Portuguesa, em cena no Teatro Politeama há vários meses e com estadia prolongada até ao final de Fevereiro. Chegou agora a altura de revelar a lista dos vencedores que irão poder ver, no dia de hoje, 15, pelas 21h30, ou amanhã, pelas 17h, esta produção de Filipe La Féria.

Eis os nomes dos dez comentadores mais rápidos e que agarraram assim a oportunidade de poderem estar na sala lisboeta a assistirem ao espetáculo encabeçado por João Baião, Marina Mota, Ricardo Castro, Rui Andrade e Vanessa Silva, estando Maria Vieira afastada por tempo indeterminado do palco do Politeama devido a um acidente rodoviário.

Sábado:

Lucia Amaro

Joana Amaro

Deolinda Amaro

Mariana Sá

Mafalda Loureiro

Domingo:

Maria do Céu Pires

Maria Oliveira Ribeiro

Rui Viegas

Cristina Viegas

Ana Margarida Lopes

Parabéns aos dez vencedores e um bom espetáculo a todos! Quanto aos leitores que também queriam ter tal oportunidade, fiquem atentos porque pelo blogue existem neste momento outras oportunidades teatrais e não só à vossa espera!

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