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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

31
Out13

Mais vistos de Outubro


O Informador

Existem curiosidades de um blogue que por vezes são engraçadas para partilhar com quem nos segue no dia-a-dia e este mês, também inspirado por alguns textos que a Mau Feitio tem partilhado de vez em quando ao divulgar os posts mais vistos do dia, lembrei-me de mostrar os meus Mais Vistos de Outubro. E existem surpresas que muitos nem vão perceber como aparecerem entre os 10 mais de O Informador!

  1. O Informador [Página Principal] - http://oinformador.com/
  2. Passatempo - A Culpa - http://oinformador.com/passatempo-a-culpa/
  3. Primark invade o Colombo - http://oinformador.com/primark-invade-o-colombo/
  4. TVI acorda para a ficção - http://oinformador.com/tvi-acorda-para-a-ficcao/
  5. O carro do filho de Cristiano Ronaldo - http://oinformador.com/o-carro-do-filho-de-cristiano-ronaldo/
  6. A Bárbara, o Carrilho e a Imprensa - http://oinformador.com/barbara-e-carrilho/
  7. Sala IMAX do Colombo - http://oinformador.com/sala-imax-do-colombo/
  8. Ups! O Coelho é uma Ave - http://oinformador.com/ups-o-coelho-e-uma-ave/
  9. Aníbal: Casting ou Convite - http://oinformador.com/anibal-casting-ou-convite/
  10. O Homem de Constantinopla - http://oinformador.com/o-homem-de-constantinopla/

Alguns destes posts tiveram a sua publicação em Outubro, mas metade deles já tem alguns meses e ainda continuam a ser destaque entre os melhores do rating do meu blogue. Percebo que a maioria tem palavras chave que recrutam, através do Google e companhia, mais visitantes para esta minha casa online, mas também gostaria de ver outros textos que me deram talvez um maior prazer no momento da escrita a entrarem nesta lista dos mais vistos!

No último dia de Novembro, se não me esquecer, voltarei a publicar algo semelhante para ver se esta lista mudou por completo ou se existem os assuntos que chegaram até aqui para ficarem e não deixarem o seu posto de comando!

31
Out13

Blogue do Mês - Cláudia Oliveira, a Mau Feitio


O Informador

A partir de agora, e uma vez por mês, irei partilhar a minha escolha do mundo blogueiro através de um novo espaço, Blogue do Mês! Para os mais atentos, a escolha deste primeiro mês é quase óbvia, para os mais distraídos deixo aqui a informação de que a dona deste local escolhido é minha amiga e prima afastada. Razões para a escolha? Afinidade e o facto de ter sido ela uma das pessoas que me apoiaram na criação de O Informador! Isto para não falar do facto de que sou um seguidor desta sua casa online!

Cláudia Oliveira, a Mau Feitio

«Ela não anda, ela desfila, ela é top, capa de revista!» Não, ela não se acha nada assim, mas que tem estilo tem e de que sabe bem o que quer, disso também não tenho dúvidas. Antes de me aventurar neste mundo da escrita blogueira já visitava este espaço da Cláudia porque assim tinha de ser para me encontrar a par das opiniões desta jovem quase mãe do meu priminho! Ela tem uma entidade bem vincada e um feitio complexo, conjuga na perfeição com o meu sentido de amizade e partilha com todos o que tem. Pode ser má mas também sabe ser bem boazinha, dependendo dos gostos e da vontade!

No seu blogue partilha a sua vida, as suas ideias e vontades, os seus gostos literários e de moda e conta as suas peripécias e aventuras desde Junho de 2008. Eu cheguei mais tarde e fiquei fã! Posso concordar com muitos dos seus textos mas também existem os que vão contra os meus gostos, no entanto e porque tudo na vida é assim, só tenho a dizer que a favor ou contra, eu gosto de seguir esta Mau Feitio! Visitem-na!

«Foi este mau feitio que me deixou na penúria em que hoje vivo alegremente»

José Eduardo Agualusa

Como já disse logo no início deste texto, a partir de agora, e uma vez por mês, irei eleger o Blogue do Mês por aqui, como tal e porque também quero conhecer novos horizontes neste mundo, aos blogueiros que me seguem e que me queiram dar a conhecer o seu espaço para quem sabe os também poder partilhar por aqui, enviei-me através de comentário ou por email - geral@oinformador.com - o vosso endereço!

30
Out13

Remetente errado e incompreendido


O Informador

Um pormenor... Quando uma pessoa se afirma perante os outros como sendo detentora de algum dinheiro a modos de poder oferecer o que tem porque não é por isso que os seus euros saem beliscados, existe necessidade de se enviarem mensagens ou fazerem chamadas para alguém, sendo que o remetente é outro? Passo a explicar...

Querem saber da pessoa X, mas como esse ser é de uma rede móvel diferente da de quem quer saber de si, o que se faz? Envia-se uma mensagem para um possuidor de um número em que não se paguem mensagens, mesmo que nessa hora se saiba que o destinatário e o que acaba por receber a sms não estão juntos. Quando se quer saber realmente de alguém não se envia mensagem ou liga directamente para a pessoa, mesmo que se tenham que gastar uns míseros cêntimos? Não faz nenhum sentido andar a incomodar os outros com assuntos que não são seus só porque quem se acha rico parece não ter dinheiro para gastar com o carregamento do seu telemóvel e opta assim por fazer passar a sua mensagem através de pessoas para quem não pagam as palavras que são transmitidas!

Existem tantas coisas incompreendidas que nem sei por onde começar num role de acções desnecessárias e que neste caso fizeram com que não respondesse à mensagem que me foi enviada para ser transmitida a outra pessoa porque os 0,10€ que se iriam pagar se a mesma fosse enviada de forma direta custa muito a quem se gaba de ser uma pessoa que é elogiada pelos responsáveis do seu banco por não perceberem como alguém com a sua idade conseguiu amealhar tanto... Pode ter, mas como não tem vida social, tem perdido todo um mundo em busca da riqueza que não lhe trás a mínima felicidade!

Incompreensões!

30
Out13

Vou ler... Já Ninguém Morre de Amor


O Informador

Já Ninguém Morre de Amor1Domingos Amaral logo me conquistou aquando do momento em que li o seu Verão Quente e há uns meses atrás voltou a fazê-lo com Quando Lisboa Tremeu. Agora e porque quero continuar a saborear as obras do autor português, chegou a vez de me deixar levar através de Já Ninguém Morre de Amor.

Este foi um dos dois livros que encomendei numa das promoções de 50% da FNAC e fez com que deixasse as mais de dez obras que estão em lista de espera pela mesa de cabeceira para trás, isto porque neste momento é um romance calmo e que não me leve a flutuar por mundos complicados que quero apreciar e prefiro como companhia.

Lá vou eu entrar na realidade amorosa descrita por Domingos Amaral em Já Ninguém Morre de Amor!

Sinopse: Dizem que já não há paixões impossíveis e fatais, que isso são coisas do passado... Mas só o dizem porque não conhecem a história dos Palma Lobo...
Os homens têm memória, alimentam-se de histórias, e as que mais nos marcam são aquelas que determinam a vida dos nossos antepassados. Esta é a história de uma família, os Palma Lobo. Bisavô, avô, pai e filho. Roberto, Álvaro, Jorge e Salvador. Nomes diferentes, mas o mesmo sangue e muito em comum: mulherengos, excêntricos, excessivos, todos marcados pela loucura e pela tortura da paixão. Foram todos homens invulgares, todos dominados por paixões privadas, amores e loucuras, e era nesse círculo íntimo do coração e do sexo que a sua vida se destina a viver e a terminar. Passando por Moçambique, Angola, Lisboa, Alentejo e Brasil, a sua vida é uma epopeia à espera de ser revelada. Já Ninguém Morre de Amor é a odisseia dos Plama Lobo. Um enterro fictício, um homem enforcado com cães e gatos na mesma árvore, um homem que morre a fornicar e um fogo posto para fazer arder o local do pecado... esta não é uma história de amor, é uma história sobre amor.
29
Out13

O Livro dos Homens Sem Luz


O Informador

O Livro dos Homens Sem LuzPoderia dizer muita coisa boa sobre O Livro dos Homens Sem Luz, no entanto nesta primeira obra que li da autoria de João Tordo a desilusão é o grande destaque porque este simboliza um dos livros que mais odiei ler. A principal razão... Não consegui entrar na história e li todas as suas 216 páginas sem conseguir encaixar com as suas personagens e locais! Um horror!

A escrita é óptima e corrida mas esta história de personagens que se cruzam e trocam de lugares não entrou na minha cabeça de maneira nenhuma! Pelo modo como tudo é contado e pela forma como Tordo mostra os seus ambientes posso dizer que irei voltar a ler algo da sua autoria porque também percebo que existem alturas em que não nos encontramos tão predispostos para determinadas narrativas e esse facto deverá ter aparecido no meu inconsciente porque logo de início fiquei sem perceber tudo o que se estava a passar. Odiei este livro, embora reconheça que tem pormenores relevantes, tendo ficado com a impressão que existe muita coisa boa para descobrir no universo literário deste autor e é isso que quero desvendar com uma próxima leitura!

Um pormenor... Consegui depois perceber a história porque a mesma me foi contada horas depois de ter terminado a minha leitura, mas posso garantir que este O Livro dos Homens Sem Luz não me convenceu por lado nenhum!

Sinopse: Ao perder tudo, um homem isola-se no silêncio de um apartamento londrino, e a sua vida começa a ser comandada pela voz de um desconhecido ao telefone; um casal fica, de um momento para o outro, soterrado nos escombros de uma casa destruída pela guerra durante o blitz alemão sobre Londres; um estudante vítima de insónia mergulha num mundo de irrealidade permanente, temendo o ameaçador vizinho do quarto contíguo; um médico mórbido constrói uma máquina de tortura num hospital isolado da costa de Brighton.

Os segredos por revelar de todas estas personagens perpassam num romance cheio de enigmas e vozes e criam uma atmosfera de suspense e claustrofobia que faz de cada página um passo expectante na direcção de uma escuridão cada vez maior, de um desenlace ao mesmo tempo macabro e romântico.

Com ecos de Kafka e de Auster e influências do novo conto gótico, O Livro dos Homens sem Luz revisita os clássicos da literatura de mistério – de Wilkie Collins a Edgar Allan Poe -, oferecendo-lhes um espaço peculiar no qual o autor entrega o destino das personagens a si próprias.

29
Out13

Histórias mentirosas


O Informador

Com o passar do tempo vamos conhecendo as pessoas, seja na família, entre os amigos ou no trabalho e começam-se a perceber que pequenos pormenores que são contados não encaixam com a realidade ou com o que foi revelado antes. Então andamos a inventar histórias para ficar bem na fotografia? Pois, parece que sim!

Não percebo como as pessoas que se tentam mostrar as melhores e as que têm tudo perante os outros, depois se deixam apanhar através das mentiras que as próprias foram criando ao longo da vida! Há muito que já tinha percebido que a miga não tinha o tanto que apregoava e com as semanas a passarem e os acontecimentos a aparecerem tudo se encaixa a seu desfavor! Vende-se ouro porque é necessário pagar uma conta, compram-se pequenos objetos de moda às prestações, inventa-se que o companheiro é um máximo e que lhe dá tudo quando as coisas acontecem ao contrário... Existe mesmo necessidade de se mentir e passados quinze minutos os outros perceberem que afinal tudo o que estava a ser dito é falso porque a realidade aparece?!

Eu não consigo perceber porque se tenta subir tanto através de um falso estatuto que não se consegue alcançar, andando toda uma vida a recorrer a mentiras e fachadas para se conseguirem manter as aparências! Só que nos dias que correm já ninguém é assim tão tapado para deixar escapar os pormenores que são deixados pelo ar! Enfim...

Não, tu não tens tudo, tudo, tudo porque já deu para ver que não tens um casamento de sonho, não vives feliz e não podes comprar o que queres. As razões? A ilusão com que sempre viveste e quiseste mostrar aos outros! A tua história de conto de fadas é uma mentira!

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