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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

16
Ago13

Pavilhão do Conhecimento


O Informador

Pavilhão do Conhecimento - Ciência VivaPequenos e graúdos são diariamente convidados a visitarem o Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva e aqui O Informador acedeu a tal convite e foi até ao espaço que na época da EXPO98 foi caracterizado como Pavilhão do Conhecimento dos Mares.

Por 4 euros, já que tenho cartão jovem e o bilhete no valor de 8 é reduzido em 50%, lá entrei eu na exposição que é destinada aos mais novos mas que aceita os graúdos de livre vontade porque naquele espaço todos nos sentimos mais pequenos e com vontade para experimentar as atividades disponíveis.

Começando pela exposição T-rex, quando as galinhas tinham dentes, que dá as boas-vindas aos visitantes deste museu em movimento, os dinossauros são os reis da sala, como não podia deixar de ser. Robots que retratam a vida dos nossos amigos de grande porte e as explicações sobre os mesmos dão todo o mote desta exposição que ainda coloca algumas questões sobre aquelas espécies que viveram pelo nosso planeta. Achei que poderia existir mais conteúdo, mas o espaço também não é muito e na sala onde está situada o que é apresentado preenche, no entanto, falta muita informação que seria bem-vinda porque os amantes do mundo dos dinossauros querem muito mais do que aquilo. Poder ver réplicas e explicações e ainda poder tocar num fóssil não chega e precisava-se de mais nesta área!

Dos dinossauros para o Dóing - Oficina Aumentada... Por aqui encontra-se «uma oficina, um ateliê de costura, um estúdio de prototipagem, uma pista de lançamento de grandes ideias...» como é anunciado. No entanto, este espaço também não me encheu o olho totalmente, isto porque os mais pequenos, com a ajuda dos adultos, podem «criar, fazer, experimentar, construir e partilhar» mas com poucas coisas e também pouco interesse. Esta exposição, pelo que vi, parece-me mais adequada para as idades que andam entre os quatro e os sete anos, sendo que depois disso tudo parece banal e sem interesse porque ao fim e ao cabo em menos de cinco minutos descobrem-se todos os conteúdos da sala e está o Dóing visto.

Passando ao piso superior, o espaço Explora pode ser o principal atrativo do Pavilhão do Conhecimento. Aqui sim, todos encontramos grandes curiosidades que podemos experimentar e colocar as questões do «como isto é possível?» ou «como isto acontece?». No espaço Explora encontramos pormenores através da Luz, da Percepção, da Visão, das Ondas e de Sistemas Complexos que nos fazem ficar a maior parte do tempo a experimentar e a descobrir fenómenos que não pensamos no dia-a-dia. Coisas banais como a sombra criada por focos, máscaras de ilusão, a força dos tufões e o visionamento de imagens giratórias são exemplos de alguns fenómenos que por aqui são apresentados. Aqui sim, existe muito e bom conteúdo para se poderem passar uns bons momentos de descoberta e aprendizagem.

Finalmente aparece o Vê, Faz, Aprende! que transporta quem por lá passa para o mundo dos mais pequenos que podem fazer o que os adultos geralmente lhes dizem que ainda não têm idade para tal. Neste espaço tudo o que é apresentado é para experimentar porque através dessa experimentação também se irão aprender as razões das coisas acontecerem. Fenómenos naturais, ciência e tecnologia estão juntos neste espaço para que as crianças de hoje sejam os adultos interessados do futuro!

O Pavilhão do Conhecimento convida todos os portugueses e turistas a fazerem uma visita pelo seu espaço e embora se note que os graúdos tenham um certo receio na sua entrada se não estiverem acompanhados por uma criança... É tão bom poder descobrir e aprender coisas simples e que não imaginamos, mesmo que estas exposições tenham como público alvo os mais novos que estão na fase da descoberta do mundo que os rodeia através da natureza, ciência e tecnologia.

16
Ago13

Frente-a-frente nulo com o computador


O Informador

Existem horas e horas em que dou por mim sentado na secretária, com o computador à frente e sem nada de importante ou que me entusiasme a acontecer pelo ecrã luminoso que me mostra imagens e palavras. Qual a estupidez que me passa pela cabeça para me deixar ficar pelo Facebook e por páginas de informação ou blogues sem procurar algo específico?

Se contasse todas as semanas o tempo perdido que deixo para trás só por estar a olhar para um ecrã em vão, conseguiria contabilizar talvez uma hora ou mais. É uma completa estupidez isto acontecer, mas o que é certo é que é a verdade! Passo demasiado tempo ao computador, tempo esse que nem sempre é bem aproveitado, sendo então tempos mortos ou nulos os que acabo por passar.

No entanto, não me sinto sozinho com esta baboseira porque sei que a muitas pessoas isto também acontece. Estão ali, a olhar sabe-se lá para onde, e quando se dão por isso já passaram uma ou duas horas e nada se fez ou aconteceu. Horas chatas de computador, é o que é!

15
Ago13

Ar angelical, eu?!


O Informador

Pareço mais novo do que sou e como se já não bastasse ainda olham para mim como se fosse um anjinho caído do céu e que tem o mundo idílico à sua frente para poder passear sobre as nuvens do paraíso. Pois, as pessoas até me dizem que «não bebo, não fumo e não f__o». Ai, acham mesmo?!

Será que quando olham para mim acreditam que sou um rapaz bonzinho e para quem está tudo bem por parecer quase sempre bem disposto e de bem com a vida? Se pensam isso estão muito bem enganados porque posso ser calminho para quem não me conhece, mas não sou assim tão pasmado, quieto e bem comportado como aparento. Acreditam mesmo que não gosto de beber álcool? Que engano pessoal! E depois, será que não fumo? Não, fumar não fumo, e só mesmo se estiver muito bêbedo é que posso colocar um cigarro à boca, mas só se estiver mesmo em êxtase! E o resto? Querem ver que por me darem menos dez anos de idade também pensam que sou virgem e que não conheço o prazer do sexo?

Eu não sou assim... Eu bebo, eu fumo raramente e f__o quando me apetece!

15
Ago13

A moeda suja


O Informador

MoedaRecebi estas duas moedas no mesmo sítio, à mesma hora e em conjunto com outras de valor inferior. Fui eu que recebi a moeda suja e que parece que já enfrentou uma guerra ao longo dos anos, mas tenho a confessar que senti vergonha por a receber e tive vontade de pedir para a trocar, não o conseguindo fazer, claro!

A moeda limpa tem a data de 2009, já a sua congénere feia foi feita em 2002 e embora sete anos separem ambas, isso não equivale a que este nojo tenha que andar por aí de mão em mão e sempre com os mesmos pensamentos sobre si quando se olha para o troco que se recebe em algum local.

Assim que tiver oportunidade vou despachar esta moeda feia que me veio parar à carteira. Neste caso preferia receber moedas de cinco cêntimos até ao valor de um euro do que ter esta sujidade entre as minhas outras moedas. Dinheiro é dinheiro, mas também é verdade que é algo em que todos tocamos e existe um certo grau de higiene, o que neste caso não pode existir porque o mal já está feito e agora só o Banco de Portugal pode remover este exemplar do mercado.

14
Ago13

Pessoa especial


O Informador

Hoje é um dia especial para uma pessoa bem especial para mim! Não é todos os dias que se encontram as pessoas que queremos que fiquem nas nossas vidas e eu encontrei uma delas há quase cinco anos. Hoje existem motivos para celebrar um dia especial de uma pessoa que adora fazer anos por se sentir viva desse modo.

Felicito-te pelo teu aniversário mas também te agradeço a paciência que tens tido ao longo deste tempo para comigo porque sei bem que não sou fácil. Juntos conseguimos ultrapassar barreiras e dar o salto para podermos brindar aniversários atrás de aniversários, festejando a vida, a amizade, a paixão e os sentimentos, mas todas estas coisas só puderam acontecer por seres tu a estar do outro lado.

Ao longo deste tempo descobri a partilha, a vontade e a perseverança do que uma batalha diária precisa para continuar a ser desejada, conquistando-se dia-a-dia o presente risonho que nos tem abraçado. Contigo aprendi a ser mais calmo, embora não esteja no ponto, mas é o mau feitio que tenho, e consegui perceber que a vida não se faz através de saltos repentinos, tendo agora a noção que é com o tempo e com a vontade que tudo se alcança.

Por vezes e como é dito em muitas ocasiões, existem gestos que valem mais que mil palavras, por isso também prefiro remeter-me ao silêncio escrito e provocar sentimentos ao pé de ti porque um mais um são dois e dois podem dançar o tango da vida através da cumplicidade e da união.

Parabéns e Obrigado!

14
Ago13

Blog ou Blogue


O Informador

Uma questão que me tem feito confusão nos últimos tempos é o uso da palavra Blog/Blogue. Isto porque quando me iniciei nestas lides blogueiras logo comecei a chamar o meu espaço de Blogue e não como sendo Blog. Por aí e pelos meus companheiros de viagem nesta escrita sem fim vejo com uma maior regularidade a palavra aparecer na sua versão inglesa. O que fica melhor para ser usado se estamos em Portugal?

Até agora, e assim irá continuar a ser, tenho apelidado O Informador como sendo o meu Blogue, palavra cujo significado no dicionário online priberam me aparece como «Página de Internet com características de diário, actualizada regularmente». Vejo que a maioria dos bloguistas opta por apelidar o seu espaço pelo desígnio inglês que no mesmo dicionário nos remete para... «Ver blogue».

Se existem duas versões, onde uma é nacional e a outra não, e como gosto bem do que é nosso, a minha escolha vai continuar a recair na palavra com a terminação em UE e apelo a que os outros também o comecem a fazer. Ora bolas, estamos a falar em português e embora possamos não ter orgulho do nosso país, estamos cá e temos que o defender!

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