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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Roupa casual

Roupa casualComo já tinha revelado há uns dias, em Setembro vou a um casamento na praia de Tróia e com o convite surgiu também o modo de como se deveria ir trajado para uma festa de noivado na praia. Tive dúvidas sobre o que comprar, o que conjugar e que cores escolher em modo casual, mas já está quase tudo escolhido para o casório.

Foi na loja Zara do Chiado que me vesti e que fiz a festa com pouco dinheiro. Com um blazer azul a 29,99€, umas calças cinza por 19,99€ e uma tshirt também cinza com tigres em azul por 17,95€, comprei toda a vestimenta por 67,93€.

Escolhi as três peças e trouxe-as comigo, mas tenho a incerteza se a tshirt vai ser a escolhida no dia em que tudo vai acontecer porque com as outras duas peças também algo em branco ficará bem. Para as próximas semanas decidirei essa parte...

Os sapatos ou ténis espero escolher nos próximos dias. Andei pela Aldo há uns tempos, antes de começarem os saldos, e tinha visto uns bem giros em tons de azul ou cinzento mas não os comprei por não saber o que iria escolher para vestir. Agora já posso aprofundar e lá irei eu comprar o que calçar! Vamos lá ver!

Vizinhos que discutem

Não é possível revelar tal falta de respeito que algumas pessoas têm pelos outros. Estava eu a preparar-me para entrar no sono quando começo a ouvir a discussão que vinha da casa ao lado. «Oh não, eles estão todos a mandar vir uns com os outros e eu não vou conseguir dormir...» Pois, não consegui!

Começou por volta da meia noite, mais coisa menos coisa, e durou cerca de cinco horas. Ao longo de todo este tempo, eu deitado na minha cama e entre olhos abertos e fechados fui obrigado a ouvir o que se passava na casa do lado. Os motivos da discussão, as razões por que alguém ia sair de casa, os filhos que circulavam pelo meio da confusão dando palpites sobre o caso e até posso dizer que ouvi a mala a ser feita para se abandonar, talvez por uns dias, o lar de toda uma vida.

Pessoas, eu trabalho e gosto de dormir sossegado na minha caminha que suspira enquanto não me tem por perto, está bem? Vocês gostam de fazer barulho até às tantas com móveis e não só, agora também têm que discutir enquanto tento dormir para não me deixarem hibernar durante a noite e descansar em paz?!

Não me apetece... Escrever!

Hoje não me apetece escrever e parece que estou no meu direito ou não? Não me apetece pensar num texto, nas palavras e no seu encadeamento. Não estou com paciência para passar uns minutos a escrever sobre algum tema escolhido ou que tenha vindo até mim e não vou escrever nada de nada. Cabum!

Não me apetece e não me apetece! Com tudo isto acabei de escrever um mini texto sobre o mote de não me apetecer escrever. Uba! Uba! Sinto-me parvo em certas alturas do dia, da vida e pelo mundo! Não apetece mais nada hoje, pode ser?!

Fernando Pessoa... Ainda não está na hora!

A grande atracção da primeira revista Granta Portugal são os sonetos inéditos de Fernando Pessoa sobre o tema Como Se Eu Fluísse. Achei que estava a aproximar-se a minha hora poética, no entanto percebi com esta leitura que ainda não estou na altura certa para me dedicar a bons poemas.

Ainda não chegou o momento do clique certo para que a poesia entre em mim. Sinto que ao ler um poema de Pessoa não consigo absorver o verdadeiro sentido das palavras escritas e inspiradas na vida de um alguém, seja ele o eu do próprio poeta ou a de um heterónimo.

Gosto de ler, é certo, mas até agora e assim irá continuar a ser, tudo me indica que a prosa é o meu estilo e com o qual continuarei a escolher como companhia literária. Os poetas com as suas obras ainda não me podem bater à porta porque os meus sentimentos ainda não estão ao nível certo para me dedicar com amor e rigor à escrita idílica dos versos inspiradores que por aí circulam.

Festivais de Verão... Nunca fui!

Tenho 26 anos e a moda dos Festivais de Verão já invadiu o nosso país há algum tempo com algo a acontecer nesta área quase semanalmente com o tempo quente. Eu tenho que revelar... Nunca fui a um Festival de Verão!

Não posso dizer que tenha pena porque não tenho e não é uma coisa que me deixe triste ou tire o sono, no entanto tenho de admitir que já tive vontade de ir ao Rock In Rio há uns anos atrás mas que na última edição já nem tive a tentação nem o pensamento de ir ou tentar ver se tinha dias vagos nas folgas para poder ir. No que toca ao Meo Sudoeste e ao Optimus Alive, por exemplo, nunca me fascinaram assim tanto porque são estilos diferentes dos meus gostos musicais e embora não seja um apreciador de música nato, gosto de coisas mais calmas e não tanto de rock barulhento e bandas místicas que não me fascinam minimamente. 

Será que deveria pensar e no próximo ano ou mesmo ainda este pôr-me ao caminho de um mega evento musical? Não me parece que isso vá acontecer este ano, porém no próximo quem sabe fique mais atento às agendas festivaleiras para ver se encontro alguma que me agrade verdadeiramente!

Dança com as Estrelas

Cristina Ferreira estreou-se a solo no horário nobre e não deixou nenhuma dúvida do que vale no pequeno ecrã. Ganhou calo ao longo dos anos em que tem feito o programa das manhãs ao lado de Manuel Luís Goucha e depois de em dupla ter saltado para os serões de Domingo, agora ficou sozinha e com um novo formato, o Dança com as Estrelas. O que dizer?

Cristina não surpreendeu porque já não tem que surpreender... Já mostrou há muito o que vale e que é a melhor da sua geração, tendo um futuro bem risonho à sua frente. O público gosta, a apresentadora sabe estar nos diversos programas que tem apresentado, sejam de manhã, à tarde ou à noite e o sucesso está do seu lado dentro e fora da televisão. Cristina tem feito a pulso e com dedicação a sua carreira e agora no principal horário da TVI volta a mostrar o que vale e que é a estrela maior da apresentação que anda por Queluz neste momento.

Quanto ao Dança com as Estrelas enquanto programa... Já não é uma novidade, tendo até muitas semelhanças com o antigo Dança Comigo da RTP e o que mudou para esta edição renovada foi a entrada dos concorrentes no formato acontecer logo de início e não ao longo das várias semanas. O estúdio que tem muito mais cor e luminosidade, a apresentadora, jurados e mesmo concorrentes sabem que estão ali para darem espetáculo e bons resultados ao canal, fazendo o que for necessário para isso acontecer e as danças são acompanhadas por ritmos mais mexidos e com temas bem conhecidos do público. O formato não é uma novidade no nosso país, mas pode-se dizer que traz uma lufada de ar fresco depois de várias edições de A Tua Cara Não Me É Estranha e de Casa dos Segredos ou Big Brother. Dança com as Estrelas não é mais um programa para o público em geral, sendo um produto mais restrito em termos de faixas etárias e mesmo de classes sociais e isso poderá fazer-se notar através dos seus resultados.

Enquanto espetador gosto desta aposta, porém posso confessar que os programas de dança não me prendem tão bem à caixa mágica como os de canto ou mesmo os reality shows, embora afirme que quando são bem feitos e com qualidade sejam bons produtos televisivos.

«Sem título»

O que é um texto «Sem título»? Até agora na curta vida de O Informador enquanto blogue pessoal, sim porque antes foi um outro projeto, ainda não tive necessidade de publicar algo sem título e isto só aconteceu por uma razão...

É que mesmo que seja algo parvo e absurdo, consigo sempre encontrar um significado para uma frase, uma linha, uma imagem ou um simples suspiro! Vejo que pelo mundo criado pelos bloguistas existem muitos «Sem título» que poderão fazer com que o que é publicado não crie tanto interesse para quem o vai visitar, mas cada qual sabe o que escreve ou mostra e se acha que não tem um tema para dar às suas criações, então é melhor não as batizar.

Eu não gosto de deixar a linha para o título em branco porque prefiro dizer algo do que ficar com mais um «Sem título» por aí espalhado pelo mundo da internet. É que já existem tantos e eu não gosto de ser mais um em certas coisas, como tal baptizo todos os meus posts e textos para ficarem bem unificados perante quem me visita!

Não façam mais textos «Sem título» porque não gosto nada de os ver por achar que lhes falta identidade, está bom?!

E não se tira o alarme?!

alarmeFui comprar um presente para o meu pai, uma garrafa de Whisky William Lawsons, no supermercado Pão de Açúcar mais perto de minha casa. O que aconteceu? Fiz a compra, pedi para embrulhar e quando entreguei o presente... Surpresa! O alarme da garrafa não tinha sido retirado!

Pois é isso mesmo, o alarme não tinha saído do gargalo da garrafa como era pretendido no acto da compra. Será que o empregado abriu a caixa para verificar se existia algo mais no seu interior e não reparou que existia mesmo uma coisa que eu não queria trazer comigo? Tinha agradecido muito se o alarme não tivesse vindo até casa como se fosse um efeito especial no belo do whisky.

Uma coisa estranha, que não é assim tão estranha... O alarme passou como se nada fosse ao detector e o som não disparou nem as luzes começarem a rodar como se eu fosse um ladrão! Uma coisa que já se sabia porque aquelas máquinas nem sempre estão nos locais para funcionarem, mas sim para intimidarem as mãos alheias!

No final, o aniversariante lá conseguiu retirar o efeito especial da sua garrafa sem que a tivesse que levar ao supermercado para lhe retirar o adereço.

A nova casa da minha bonsai

BonsaiJá tenho a bonsai há quase um ano e agora chegou a altura de a mudar, já que ela não se mostrava muito feliz na sua pequena casa/vaso, como pode ser visto pelas poucas folhas e ramos que tem tido nos últimos tempos. 

Depois de ter estado durante todo este tempo no seu pequeno vaso rectangular com que foi comprada, mudou-se para este cilindro, não muito maior do que o outro, mas com um pouco mais de espaço, mesmo só um pouco, como é recomendado fazer quando se alteram os recipientes destas pequenas árvores de dois em dois anos.

A partir de agora e pelos próximos tempos a bonsai irá viver neste vaso e espero que a mudança só lhe faça bem porque não tenho gostado nada de a ver assim para o murcha nas últimas semanas, sendo que o cuidado que tenho tido consigo é o mesmo de sempre, só que algo se tem andado a passar, a julgar pela má cara que me tem mostrado.

Portas que não se fecham

Faz-me uma enorme confusão ficar em casa de alguém de fim-de-semana ou assim e os meus anfitriões não terem o hábito de fechar, em modo de tranca, as suas portas. Será que não têm medo de serem assaltados e que lhes façam mal de noite? Olhem, eu tenho e parece que nem durmo bem por saber que existem portas onde a chave não rodou para me sentir com uma maior segurança.

Estou habituado desde criança em ter todas as portas exteriores fechadas ao longo das horas de dormida e para onde vou também fecho sempre tudo. Mas se fico como convidado em casa de alguém não vou andar a fechar as portas e janelas quando as pessoas não têm o hábito de o fazer, não é verdade?

Conclusão de tudo isto... Além de não conseguir dormir por estar uma noite bem quente, ainda me lembro várias vezes daquelas portas onde a qualquer momento pode entrar alguém e me assaltar. Fechem as portas para vossa segurança pessoal! Eu só tenho a agradecer!

Já chegou a tripla encomenda!

Tripla literáriaA minha tripla encomenda literária feita nas 48 Horas de promoções a 50% da Fnac já chegou à sua nova casa.

Depois de Morrer Aconteceram-me Muitas Coisas, de Ricardo Adolfo, e editado pela AlfaguaraO Livro dos Homens sem Luz, de João Tordo, lançado pela D. Quixote e O Vendedor de Histórias, de Jostein Gaarder, editado em Portugal pela Editorial Presença já estão na minha posse e prontos para daqui a uns tempos serem lidos.

Estes três livros foram comprados por 17,75€, tendo todos um bom desconto, porque se isso não acontecesse não os tinha encomendado por ainda ter uns quantos para ler primeiro e o tempo não ser assim tanto. A par disto ainda posso dizer que já recebi o vale de desconto no valor de 5€ para usar até dia 27 de Agosto numa compra superior a 30€ através do site da Fnac.

Estrela da Amizade

CruzamentoO Verão é bom e na praia ou na piscina sabe sempre bem desfrutar do bom tempo que se faz sentir e quando a companhia é boa os momentos de descontracção e divertimento aparecem sem existir a necessidade de serem pensados. 

Os meus amigos são as minhas estrelinhas que já me acompanham há anos e com quem partilhei os momentos do passado que nos trouxeram ao presente na companhia uns dos outros.

Esta imagem foi tirada num momento do Agora, e com pessoas que tive, tenho e quero continuar a ter perto de mim porque sem eles a vida não podia ter a mesma cor e esta estrela humana de quatro bicos não podia também ter o mesmo sentido... Faltava aqui o fotógrafo que não pode estar em todo o lado ao mesmo tempo! Os cinco estávamos lá, mas a tecnologia não permitiu registar o momento na sua totalidade!

Livre presa

«É difícil dançar com um demónio nas costas! Então sacuda-o!»

Viver com os outros e com o pensamento no que os outros acham de nós leva-nos a deixar passar muitos factos como se eles não existissem ou não pudessem acontecer porque alguém pode não gostar do caminho que estamos a seguir. Enquanto pensamos nos demónios que nos atormentam e pesam nas nossas costas, deixamos de viver em pleno a nossa felicidade, esteja ela dependente do que estiver!

Sacudir para fora de nós os pensamentos negativos que nos aparecem pela frente tem de ser o lema constante do nosso presente, isto porque não conseguimos dançar com plenitude enquanto o esforço tiver a sobrecarregar as nossas costas como se nos tivesse a puxar pelo caminho oposto ao desejado. Se a nossa ambição nos quer levar a ter algo e não lutamos pelo que queremos por algum motivo ou porque alguém fica contra o nosso desejo, então é porque não conseguimos ser nós próprios, não estando a pensar na nossa própria felicidade e bem-estar. Enquanto pensamos na sociedade que nos atormenta no dia-a-dia vamos sempre acumulando demónios que se tornarão mais pesados ao longo dos nossos anos de existência. Ao longo deste processo de acumulação vamos criando defesas contra nós próprios e depois custará muito mais a mudar o rumo que acabamos por levar por iniciativa dos outros.

Como também não convém libertar tudo de uma vez para não nos sentirmos completamente livres do mal e despreocupados porque quando estamos conscientes que nada nos afecta, aí tudo parece que vem depois contra nós para nos atacar de forma bem vincada. Assim, aos poucos e consoante os tais demónios vão aparecendo nas nossas vidas para nos virar o caminho, a nossa função é seguir com o pré-planeado porque embora tudo nos aponte para outras bandas, é o nosso desejo que tem de liderar o que irá ser feito. Somos nós que temos de decidir o que queremos sem pensarmos nos outros, porque com o nosso bem só dependemos nós. O que nos rodeia tem as suas defesas e tem é que se preocupar com o seu ser e não com o dos outros!

Enquanto andarmos a viver com situações escondidas não conseguimos ser livres e mostrar que estamos realmente felizes porque existem sempre momentos em que o que nos atormenta aparece de mansinho no nosso rosto e pensamento levando-nos para o outro estado, o da incompreensão pessoal!

Quando Lisboa Tremeu

Quando Lisboa TremeuDomingos Amaral já me tinha conquistado com o seu Verão Quente e agora que li o Quando Lisboa Tremeu, a opinião sobre o autor mantém-se e ainda sai reforçada porque se o primeiro foi bom, o segundo foi ainda melhor!

Neste romance histórico que retrata o grande terramoto que assombrou Lisboa em 1755 e que marcou a sociedade portuguesa, seis pessoas cruzam-se pelo sacrifício de sobrevivência que todos querem ultrapassar para recomeçarem uma nova vida. Longe dos passados pesados que são mostrados ao longo da atualidade histórica e através do convívio, que se vai gerando entre um narrador bem presente, uma freira, um árabe, uma escrava, um inglês e um rapaz, percebe-se o que a população lisboeta sofreu com os abalos terrestres que se fizeram sentir naquele ano e que levaram muitas pessoas consigo, deixando ficar uma cidade deserta e em ruínas. Quando Lisboa Tremeu podia contar tudo o que se passou na realidade, mas não se fica por aí e através de personagens ficcionais relata um grande romance que envolve os cinco elementos do nosso planeta e conta de uma forma tão visível o verdadeiro caos que se fez sentir. Nesta obra editada pela Casa das Letras, o leitor escolhe as suas personagens favoritas com o seu decorrer e onde no fim se percebe que tantas proximidades não acontecem em vão, existindo sempre uma outra história por contar, aquelas curvas que as vidas sempre têm entre si e que se tentam esconder dos outros mas que um dia podem ou não ser descobertas.

Seis pessoas que já se tinham cruzado no passado, voltam a encontrar-se e o silêncio ou o desconhecimento vai acontecendo até que o final surpreende tudo e todos, deixando o leitor preso às ruas assombradas e desertas da capital que se transforma num campo de batalha e onde política e religião lutam entre si, como sempre acontece e não se admite!

Domingos Amaral sabe bem o que o leitor quer ter em mãos e deixou-se pegado ao terramoto de 1755 como antes não tinha acontecido. Envolvente, um pouco emocional e real são três das características que podem simbolizar este romance com que me deixei levar!

Sinopse

Lisboa, 1 de Novembro de 1755. A manhã nasce calma na cidade, mas na prisão da Inquisição, no Rossio, irmã Margarida, uma jovem freira condenada a morrer na fogueira, tenta enforcar-se na sua cela. Na sua casa em Santa Catarina, Hugh Gold, um capitão inglês, observa o rio e sonha com os seus tempos de marinheiro. Na Igreja de São Vicente de Fora, antes da missa começar, um rapaz zanga-se com sua mãe porque quer voltar a casa para ir buscar a sua irmã gémea. Em Belém, um ajudante de escrivão assiste à missa, na presença do Rei D. José. E, no Limoeiro, o pirata Santamaria envolve-se numa luta feroz com um gangue de desertores espanhóis.

De repente, às nove e meia da manhã, a cidade começa a tremer. Com uma violência nunca vista, a terra esventra-se, as casa caem, os tectos das igrejas abatem, e o caos gera-se, matando milhares. Nas horas seguintes, uma onda gigante submerge o terreiro do Paço e durante vários dias incêndios colossais vão atemorizar a capital do reino. Perdidos e atordoados, os sobreviventes andam pelas ruas, à procura dos seus destinos. Enquanto Sebastião José de Carvalho e Melo tenta reorganizar a cidade, um pirata e uma freira tentam fugir da justiça, um inglês tenta encontrar o seu dinheiro e um rapaz de doze anos tenta encontrar a sua irmã gémea, soterrada nos escombros.

3,99€

CamisolaOs saldos têm destas coisas e depois de ter comprado um pólo na Sacoor Brothers por 17,90€ e umas calças na Pepe Jeans por 39€, eis que me virei para algo mais barato e prático... Uma camisola da Pull & Bear por, imagine-se, 3,99€.

Eu nem queria acreditar que existia uma peça de tamanho M, o meu, deste modelo cinzento com riscas e cotoveleiras em rosa. Quando entrei na loja reparei logo que existiam várias peças a este baixíssimo preço e assim que vi a etiqueta com o meu tamanho no produto que mais tinha gostado entre a variedade, tirei logo a camisola, verifiquei se não tinha falhas e fui experimentar. Estava feito!

Em menos de dois minutos, entrei, escolhi, experimentei e paguei 3,99€ por uma peça que tinha marcado como preço inicial 19,99€.

Obrigado saldos no Campera Outlet Shopping!

Boa acção... Telemóvel encontrado!

Num bar vilafranquense encontrei um telemóvel com alguma qualidade na casa-de-banho. Como todos fazem e não admitem nestes casos, por uns micro segundos pensei em colocá-lo ao bolso, pagar a despesa e sair como se nada fosse e com um telemóvel novo para mim mas já em segunda mão. No entanto, e como não consigo ficar com as coisas alheias, a boa acção aconteceu!

Saí do wc, dirige-me ao balcão, entreguei o aparelho ao dono do bar que já sabia a quem pertencia. Telemóvel entregue ao seu devido proprietário, esperei por um obrigado do mesmo, mas nada disso aconteceu, a não ser um agradecimento do dono do estabelecimento que me agradeceu em vez de quem o devia ter feito.

A boa acção foi feita, mas se soubesse que não ia ter uma palavra simpática daquela pessoa e se tivesse num local que não frequento com tanta assiduidade talvez me mantivesse calado, deixando o café mais cedo do que o previsto e com algo comigo, pelo menos era o merecido pela atitude antipática e imprevisível.

Fiz o bem e fico feliz por isso, embora não recompensado!

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