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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

De manhã está frio...

Esta manhã, quando sai de casa para ir trabalhar senti mais frio que nos outros dias. Não sei qual a razão porque em termos de temperatura já apanhei dias piores, mas o meu corpo sentiu-se bem pior hoje.

Sai de casa com frio, entrei no carro gelado, comecei a viagem a tremer, terminei a viagem arrepiado e andei todo o dia a dizer que tinha frio e com várias peças de roupa em cima de mim. 

Não tenho uma razão aparente para explicar esta camada de gelo que se abateu sobre o meu corpo de um dia para o outro, mas dos pés à cabeça, passando pelas mãos, tudo esteve gelado durante todas as horas que me encontrei fora de casa como se tivesse dentro de uma arca frigorífica. Rrrrrrr, que está frio!

Polícia e sem-abrigo

A fotografia de um polícia de Nova Iorque a oferecer um par de botas a um sem-abrigo é uma das imagens que está a conquistar o mundo nos últimos dias.

Na altura em que a época natalícia se aproxima, com a ideia do aconchego familiar a pairar por aí, um agente da autoridade deixou o seu coração falar mais alto e comprou um par de botas para um sem-abrigo que dormia mesmo ao lado de uma sapataria num dia frio deste Inverno.

A fotografia foi tirada por um turista que passava pelo local, não se sabendo o seu nome, mas de certo que esta é uma imagem que poderá ficar na memória de muitos...

É fim do mês, mas ainda não recebi

Estamos no último dia de Novembro, mas aqui o menino ainda não recebeu. Nada que não me estranhe, mas confesso que depois de seis anos a ver a maioria das pessoas a terem os seus ordenados nos últimos dias de cada mês, eu sempre o tenho na minha conta lá para dia 2, 3, 4 e até já existiram alturas que o 8 era o dia certo.

Pois é, nunca recebi no final do mês o meu salário. Tem sido sempre assim desde que comecei a trabalhar e já é um hábito, por isso, para mim, o final do mês não acontece agora, mas sim na próxima semana. 

Por que razão isto acontece na minha empresa, eu não sei, mas é uma regra que se mantém desde que os primeiros trabalhadores entraram para lá e que ainda prevalece, mais de dez anos volvidos.

Para a semana é que receberei o meu ordenado e a parte do subsídio de Natal pertencente a Novembro, sim, eu já recebo o meu subsídio mensalmente e não só em Dezembro. Disseram que achavam que eu ia ser aumentado, mas só no dia em que tirar o extracto da conta é que verei se isso vai mesmo acontecer ou se não passou de um boato!

Fazer a barba é mesmo necessário?

As mulheres queixam-se e voltam a queixar-se que ser mulher é muito pior que ser homem por isto e por aquilo e por mil e umas coisas, mas elas não têm que fazer a barba sem vontade, como me acontece na maioria das vezes, pois não?

Todas as semanas devia de limpar o rosto dos pêlos indesejados três ou quatro vezes por semana, mas isso só é feito duas vezes e porque tem mesmo que ser. Que nervos que me dá ter que fazer a barba dois dias por semana a seguir ao banho. É mesmo uma das coisas que faço sem vontade porque para além de ter que fazer com cuidado por ter uma pele sensível, ainda me chateia estar ali a olhar para a minha fronha ao espelho que me mostra tal e qual como sou.

Fazer a barba é um dos meus afazeres pessoais que mais me custa fazer. Felizmente que o meu trabalho não me obriga a ter sempre a cara limpa de pêlos porque então aí não sei não se aguentava ter que perder uns minutos diários a fazer aquilo. Ainda por cima e como sou um homem de remoinhos, além de os ter no cabelo, na barba eles também se encontram, tendo locais em que tenho que reforçar o cuidado quando as lâminas passam.

As mulheres que não se queixam de terem que ter cuidado com a sua imagem porque nós também sofremos o mesmo, mas de outra forma!

Quero uma pantufas!

Há uns anos encontravam-se por todo o lado as famosas pantufas farfalhudas, que ocupavam muito mais que os nossos pés no território das nossas casas. O ano passado já não consegui encontrar nada de jeito e este ano vou pelo mesmo caminho.

Onde andam as pantufas com formatos de cão, de gato, de macacos... Aquelas pantufas que tanto nos aquecem com o seu volume de algodão?!

Eu quero um par de pantufas dessas que me transportam os pés quentes por todo o lado e que até me levam a apetecer dormir com elas calçadas! Eu quero! Eu quero! Mas não encontro... Será que o Pai Natal me consegue encontrar algumas daquelas que eu gosto mesmo, mesmo, mesmo?...

Passatempo - Pelo Prazer de a Voltar a Ver

O Informador e o Teatro Aberto têm um bombom para oferecer aos meus leitores. Sabem  o que é? Convites duplos para a peça Pelo Prazer de a Voltar a Ver, para a próxima sexta-feira, dia 30, pelas 21h30.

A peça Pelo Prazer de a Voltar a Ver voltou ao palco da Sala Vermelha e como eu gostei de ver a mesma há uns meses, agora presenteio quem me lê com convites para o fazerem também...

Deixo-vos com a ficha técnica:

Sinopse

O palco é um lugar mágico que permite todos os sonhos. Desta vez, não há duelos, nem príncipes, nem oráculos mas sim o teatro das pessoas, das pequenas coisas que temos em comum… e nos tornam únicos.Um dramaturgo sobe ao palco para nos falar da mulher que desinquietou o seu espírito de jovem sonhador, para nos contar como se tornou quem é. A história que conta não é muito diferente das nossas histórias mas nós queremos ouví-la outra vez – tal como ele deseja voltar a ver essa mulher, mais uma vez. 

Ficha Artística

Versão, Dramaturgia e Encenação - Marta Dias

Cenário - Rui Francisco

Figurinos - Bernardo Monteiro

Realização Vídeo - Nuno Neves

Luz Tasso Adamopoulos

Com - Luís Barros | Sílvia Filipe

Espectáculos

4ª a Sábado às 21h30

Domingo às 16h

M/12

Para concorrerem a estes bilhetes e poderem estar sentados na Sala Vermelha a ver a peça que eu já vi há uns meses, basta responderem a este post com «Eu quero ver a peça Pelo Prazer de a Voltar a Ver» e enviarem-me email para geral@oinformador.com com o vosso nome completo, nada mais fácil, pois não?

Espero que estes convites duplos para irem ao Teatro Aberto vos deixe com alegria e entusiasmo pelo mundo cultural. Já sabem, é já para a próxima sexta-feira e os primeiros dez a responderem são os que irão ao teatro esta semana ver uma peça bem boa, digo-vos!

 

O meu novo Samsung

E já tenho o meu novo telemóvel, depois de andar a ver vários modelos e de me decidir por comprar um Samsung, acabei por comprar o Samsung Galaxy Ace Plus e até ao momento só posso dizer maravilhas acerca deste produto.

Já conhecendo alguns dos últimos telemóveis desta marca que tem evoluido bastante nos últimos tempos em questões de telecomunicações e depois de ter um tablet da marca, agora chegou a vez de deixar o meu BlackBerry sem três teclas e o trocar por este pretinho, moderno e bastante fácil de ser percebido Samsung.

Foi na Fnac do Colombo que o comprei, por 199,90€, o que me custou um pouco, confesso, mas não custou tanto como se o tivesse comprado desbloqueado, onde acrescia para aí uns 60€. Assim é da Vodafone, o meu número continua a ser o mesmo e está tudo feito.

Estou bem contente com esta minha compra e até ao momento só posso dizer que recomendo a compra de um clone destes a quem tiver na dúvida sobre o que comprar.

Roupas indecentes em rapariga indecente

Nos tempos de escola, uma menina mais nova que eu sempre gostou de ser provocadora e usar roupas bem ousadas e impróprias para a sua idade. Agora, aos 20 anos, essa menina já é casada e mãe, mas continua a gostar de provocar com o seu modo de estar junto do outros.

Em conversa com a minha melhor amiga a semana passada calhou falarmos dessa miúda que tem publicado fotografias suas pelas redes sociais como se fosse uma bomba sexy, um bocado para o gordo, mas acha-se a melhor do mundo, a mais gira... Enfim, e depois o que é engraçado é que arranjou um marido como ela, gabarolas e um autêntico desleixado com a sua imagem.

Nas fotografias de casal que têm partilhado pelo mundo virtual podem ver-se imagens com peitos quase de fora, pela parte dela e rabo à vista de todos, pelo lado dele. Será que as pessoas não tem consciência do ridículo que são? É que são assim viradas para o pimba, indo atrás dos seus ídolos, vestindo-se como se fossem a Ruth Marlene e depois ainda publicam imagens decadentes sobre as suas vidas. Cada um pode tirar as fotografias que quiser, mas não tem que as mostrar na sua totalidade, pois não?

Ela sempre gostou de ser assim, nada a ver com a irmã, que foi minha amiga, depois juntou-se com uma pessoa do mesmo género e deu uma parelha bem jeitosa de pseudos pimbinhas, onde ele trabalha para ela andar nas feiras a comprar as peças mais irrisórias para serem vestidas. Aos 20 anos eles já são assim, será que quando crescerem um pouco vão mudar? Não me parece porque sempre a conheci assim, mas mesmo longe, gostava que fossem mais normais!

Lá se foi o meu BlackBerry

Já andava a ameaçar há uns dias que mais tarde ou mais cedo se ia de vez, ainda não aconteceu totalmente, mas já conto com três teclas a menos. Falo do meu telemóvel!

O meu BlackBerry perdeu à sensivelmente duas semanas uma das teclas superiores que utilizava raramente, ontem assim sem mais nem menos caiu a tecla onde o consigo desbloquear. Conclusão, com duas teclas a menos e uma sendo necessária, arranquei a do lado que estava prestes a cair e que não utilizava e colei com fita cola no local do desbloqueio. Agora tenho um telemóvel com uma tecla colada a fita cola e duas só com o buraco.

Já andava a pensar em comprar um telemóvel novo, mas não para já! Mas assim vai ter que ser, e não quero voltar a ter um aparelho desta marca tão cedo, isto porque este foi uma desilusão! Tanto se falava na altura que estes telemóveis eram tão bons e tal e tal e revelou-se bem pior que o meu antigo Nokia, que parti por terras espanholas quando me sentei em cima dele.

Agora já ando a ver o que anda no mercado, estando inclinado para comprar um Samsung, ainda não sabendo o que escolher. Quero algo não muito caro, fácil de lidar e com bom desempenho nas redes sociais. Tenho que ser rápido, porque este desgraçado sem teclas já me transtorna o juízo!

Esperança

Esperança foi o nome que o fotografo Armando Romão deu a esta imagem tirada por si. Não existe uma outra definição para uma criança com este olhar, pois não?

Sentimentalmente, esta é mesmo uma imagem que mostra Esperança e que nos faz pensar que quando nos queixamos por isto ou aquilo, devíamos reflectir primeiro sobre o modo como certas sociedades vivem em pleno século XXI.

Uma Noite em Casa de Amália, pela terceira vez

Como comuniquei, no serão de Sábado fui ver, pela terceira vez o musical Uma Noite em Casa de Amália. Após a primeira vez com um grande espetáculo, a segunda com a Vanessa Silva engripada... A terceira foi a pior das três!

Com o passar do tempo e com o número de exibições a aumentar, este atual musical de Filipe La Féria conquista quem o vê pela primeira vez, mas quem repete a visita ao Politeama percebe que tudo já está decorado e robotizado para ser assim e despachar. Já não vi a magia da primeira vez que vi o espetáculo, não senti a emoção dos atores em estarem ali para conquistar o público. Parece que estão a fazer tudo porque tem de ser feito, alguns talvez até a pensarem que querem despachar-se para se irem embora.

O tema Amália é uma aposta certeira de La Féria, que, segundo reza a lenda, é bem rígido com quem trabalha consigo, mas não me parece que ande a ser desta vez, pelo menos, em termos de grandiosidade no que é feito e dito em palco, comparando com a primeira vez que vi, esta terceira deixou muito a desejar. Talvez esteja na altura de pensar num novo espetáculo para aquela sala e terminar com este, ou pelo menos, reduzir os seus dias de exibição.

Uma Noite em Casa de Amália já deve estar a dar as últimas cartadas e se não estiver, devia estar. Os atores já mostram essa vontade pela forma como representam.

A rapariga que rouba

Seis pessoas trabalham há seis anos juntas, já viram, já passaram seis anos e ainda trabalho no mesmo sítio. Agora há uns dias entrou uma nova colega porque tínhamos mais trabalho, e eis que ela mexeu no que não era dela. As pessoas até aos colegas de trabalho roubam, mesmo querendo permanecer nesses locais por mais tempo. O que lhe irá acontecer agora? Rua! Ah, pois é!

Uma semana depois de ter começado a trabalhar, a rapariga nova, com quem não simpatizei logo quando a vi para a entrevista, roubou dinheiro a uma das minhas colegas. Como é que as pessoas conseguem fazer uma coisa destas, assim, sem conhecerem os nossos hábitos e sujeitando-se a serem apanhadas em flagrante?

O mais engraçado é que ela não sabe que nós sabemos que ela roubou, mas tem-se mostrado desconfiada. Agora e como não foi despedida logo no dia, ainda não percebi por que razão, anda talvez a tentar mostrar que também foi vítima de roubo. Tem deixado a sua mala em sítios onde todos passam e não dentro do seu armário, mas parece não querer saber. Por que será?

Esta história já se repetiu há uns tempos com outra rapariga e praticamente da mesma forma... Depois de alguém se queixar, ela também se fez passar por vítima. Será que amanhã a moça vai dizer que lhe falta dinheiro? Acho que não, porque deverá saber que não fará os quinze dias de experiência a trabalhar connosco! Como as pessoas conseguem roubar assim à descarada é algo que me faz confusão, mas nos dias que correm, existe gente para tudo!

A ler O Teu Rosto Será o Último

Domingo foi dia de começar a ler o primeiro livro de João Ricardo Pedro, O Teu Rosto Será o Último. Pouco ainda consigo dizer acerca do Prémio Leya 2011, mas olhem que este é um livro bem diferente do que tenho lido dos autores nacionais nos últimos tempos.

Neste livro começa tudo por parecer confuso, parecendo que não existe ligação entre os capítulos iniciais, mas aos poucos tudo ganha forma, todas as explicações e divagações se tornam sérias no desenrolar da história. As primeiras páginas parecem mesmo ser um conjunto de contos, com várias personagens distintas entre si, mas que têm um futuro paralelo, uma história comum.

Em O Teu Rosto Será o Último tudo começa após o 25 de Abril, mas num mundo diferente do que geralmente é contado. Somos transportados para a ruralidade e não se percebem as cenas urbanas como habitualmente quando se conta algo sobre a época.

Ao mesmo tempo que a história principal se desenrola, são contados vários factos que fizeram a época da revolução do nosso país, o que foi vivido,  o que se sentia... Nas poucas páginas que li até agora, fiquei rendido às várias personagens, ao amor entre avô e neto que trocam histórias, contando-as entre si e partilhando assim vivências de duas gerações distintas, mas que se amam.

No final desta semana devo ter O Teu Rosto Será o Último lido e assim que isso acontecer contarei melhor esta experiência que, ao que tudo indica, é a primeira que terei com João Ricardo Pedro. Percebo, pelo que já li, a razão deste prémio ter sido atribuído a este engenheiro eletroténico e não a outra pessoa. Para já, aconselho, sem dúvida nenhuma!

Hoje ele fazia mais um aniversário

25 de Novembro sempre foi uma data assinalável do aniversário do meu avô materno. Todos os anos, mesmo que não o visse neste dia, falava com ele, sabia que ele estava na sua casa. Agora já não o tenho no mesmo sítio porque algo o fez partir da nossa companhia este ano.

Hoje é totalmente um dia pesado aqui por casa. Os pais da minha mãe já não se encontram connosco para festejar mais um aniversário do meu avô Zé. Pois, a vida leva os bons para o local onde acredito que olham por nós, mas onde não lhes conseguimos chegar.

Por esta altura do ano passado o meu avô já passava muito tempo no hospital, andando na vida entre casa e os serviços médicos de forma constante. Já todos sabíamos que mais cedo ou mais tarde o pior aconteceria, como acabou por acontecer no início do ano.

Foram meses muito pesados para todos, com visitas diárias ao meu avô, com os telefones a tocar, e cada vez que tocavam, sempre a pensarmos o pior. Até que aconteceu e ele partiu, tendo sido eu a última pessoa da família que ele viu, à sexta-feira à tarde na visita que lhe fiz entre as 19h e as 20h. Na manhã seguinte, poucas horas depois de acordarmos o telefone tocou com a notícia que queríamos adiar eternamente.

Fui o primeiro neto, o neto desejado e muito mimado por ambos. Obrigado por terem-me dado tanto carinho ao longo dos 25 anos que nos juntaram em vida e Parabéns Avô, não estás aqui presentemente, mas sei que estás a olhar por mim e ao lado da Avó!

Mas a RTP ainda está por privatizar?

Já passou mais de um ano em que a questão da privatização da RTP começou a aparecer como algo em concreto. Antes era tudo uma ideia, no ano passado a certeza aconteceu entre os governantes. Como estamos em Portugal, tudo continua igual e os dois canais generalistas continuam a pertencer a todos nós e não a um privado.

A questão da privatização da RTP só pode mesmo acontecer no nosso país! Como é que se explica que depois de tantos meses, tantos estudos, tantas reuniões, tantos boatos, tanta coisa a ser escrita e dita, tudo continua na mesma, a ser uma ideia. Se primeiro não se podia privatizar os dois canais, depois passou-se a poder privatizar um deles, um tempo depois voltou tudo atrás e não se queria já privatizar nada. A questão continua a andar de um lado para o outro, com dinheiro a ser gasto, dinheiro que tudo indica que não existe, mas que é gasto.

Como é, querem ou não privatizar a RTP? Querem passar para os privados um ou dois canais? Querem ficar com tudo da mesma forma e não ser feito nada? As dívidas que o canal tinha têm vindo a diminuir de ano para ano, agora que poderá começar a dar lucro é que o querem despachar?

Tantas questões e nenhumas respostas são dadas por quem tem esse dever. Uma coisa é certa, se o circo em volta desta privatização for para continuar ao longo de 2013, vale mais deixarem tudo como está, arrumarem as malas e irem ver o Telejornal do senhor orelhas.

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