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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

20
Out17

Convites duplos para Os 39 Degraus [17, 18 e 19.10.2017]


O Informador

os 39 degraus porto.jpg

Um crime leva a que um inglês bem parecido comece a ser procurado pelas autoridades e a partir daí começa o desenrolar de Os 39 Degrais, uma divertida comédia que estará em cena no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, nos dias 17 e 18 de Novembro, pelas 21h30, e a 19, pelas 17h00.

Na primeira temporada em Lisboa assisti a este espetáculo e agora quero que sejas tu a encontrar-te com as personagens interpretadas por Vera Kolodzig, João Didelet, Martinho Silva e Marcantónio del Carlo. Para isso deixo-te aqui a oportunidade de poderes ganhar um dos três convites duplos que tenho para sortear para cada sessão, basta preencher os dados, escolher o dia e esperar que a sorte esteja do teu lado!

Quero desta vez ver como é que o pessoal do Porto adere a este tipo de oportunidades! Toca a participar e a mostrarem que é importante apostar nas artes por todo o país para que cada vez mais as peças de sucesso percorram todo o território nacional e possam até estrear por outras cidades e depois chegarem à capital! A Yellow Star Company tem mostrado grande vontade nesse caminho, basta todos também fazerem por isso porque com salas esgotadas as sessões aumentam e a aposta será cada vez mais uma realidade! 

Sinopse

Quando  um ilustre e bem parecido gentleman inglês é procurado por um crime que não cometeu e se vê enredado numa teia de espiões, isto significa que estamos perante “Os 39 Degraus”. Uma peça que leva ao palco quatro corajosos actores que, sozinhos, desempenham mais de 100 personagens, num dos mais brilhantes espectáculos da Broadway e de West End. Resultado é uma comédia a alta velocidade que tem intriga, espionagem, aventura, heróis, vilões, romance e muitas gargalhadas!

19
Out17

Atual leitura... Imperium [Robert Harris]


O Informador

imperium.jpg

Os próximos dias literários serão dedicados à trilogia sobre a vida de Cícero, narrada por Robert Harris. Iniciando em Imperium, onde os últimos quarenta anos da república em Roma são relatados, entrarei logo de seguida no segundo volume, Lustrum, para terminar em Dictator, lançado recentemente. Optei por esperar que os três volumes estivessem disponíveis para levar esta leitura de seguida e sem pausas para que não existam hipóteses de certas partes da história ficarem no esquecimento. 

A trilogia já se encontra toda disponível em Portugal na coleção Grandes Narrativas da Editorial Presença e agora é tempo de ler para depois vos contar tudo!

18
Out17

Vencedores dos convites duplos para Boeing Boeing [20.10.2017]


O Informador

boeing boeing.jpg

O palco do Teatro Armando Cortez recebe desde o dia 14 de Setembro o espetáculo Boeing Boeing que regressou assim a fazer companhia ao público após temporadas de sucesso. Com produção da Yellow Star Company esta comédia já foi vista por mais de 40.000 pessoas e como os aplausos de sucessivas sessões esgotadas assim o exigem a atual temporada acaba de ser prolonga até 12 de Novembro para dar a hipótese a quem não pode ver em Outubro assista em Novembro.

Por aqui e como gosto de vos presentear, tive três convites duplos para a sessão da próxima Sexta-feira, 20 de Outubro, a serem sorteados. Agora é o momento de revelar o nome dos sorteados que irão receber informação detalhada no email fornecido no ato da inscrição para saberem como levantar os seus bilhetes. Sara Tanqueiro, Paula Carvalho e Carlos Rodrigues são os premiados a quem desejo um bom espetáculo!

Relembro que Boeing Boeing conta com António Camelier, Ricardo Castro, Carla Vasconcelos, Marta Melro, Liliana Santos e Sofia Grillo no elenco que espera por todos vocês de Quinta a Sábado, pelas 21h30, e aos Domingos, pelas 18h00.

18
Out17

Convites duplos para Na Bagunça do teu Coração [25.10.2017]


O Informador

na bagunça do teu coração.jpg

Carolina Putel e Ricardo Sá juntam-se em palco para protagonizarem uma divertida comédia romântica musical contada através das canções de Chico Buarque, Na Bagunça do teu Coração. Com produção da Yellow Star Company, este espetáculo encontrar-se-à em cena todas as Terças e Quartas-feiras, de 25 de Outubro a 29 de Novembro, pelas 21h30.

Um espetáculo que não se deve perder, principalmente para os amantes dos temas de Chico Buarque e que gostam de ver uma boa representação teatral. Para que ninguém perca a oportunidade de assistir a esta produção, tenho três convites duplos para a sessão de dia 25 de Outubro, a de estreia, por sinal.

“Ele & Ela se conhecem, se amam, se casam. Depois se separam e cada um vai tentar a sorte com outros parceiros. Não dão certo, se reencontram, se amam e são felizes para sempre.” (João Máximo) A história conta a vida de um casal no período de um ano, durante o qual passam por vários encontros, desencontros e reencontros até, finalmente, volvidas as quatro estações, o casal revolve também o ciclo dos seus sentimentos e têm então, o inesperado final feliz. Trata da velocidade em que definimos o tempo afetivo e como, por vezes, atropelamos os nossos sentimentos.

17
Out17

Recados de Marcelo


O Informador

marcelo rebelo de sousa 2017.jpg

Um dia após o discurso fastiento e vergonhoso de António Costa sobre a tragédia dos incêndios, Marcelo Rebelo de Sousa tem a palavra e serve o chá certo ao Governo e aos que colocarem a carapuça. O Presidente da República falou ao país e meteu todos os pontos nos is para quem os quiser entender.

Deixando um sentido pedido de desculpas e mostrando que o seu mandato ficará manchado pelos incidentes deste ano, Marcelo esclareceu a situação, lembrou as vítimas dos incêndios deste ano, que já alcançaram números bastante elevados com mais de cem mortos contabilizados entre o caos de Pedrógão Grande e os incidentes recentes, e mostrou capacidade de atacar e perceber o que está mal. Claramente que foi anunciado que é necessário olhar para o atual poder político, mostrando desagrado com o que se passou e para com o modo das reações dos últimos dias. Diretamente foram pedidas medidas de mudança, indo mais longe do que declarar publicamente que existem nomes que têm de deixar o seu lugar no poder, conseguindo mostrar que está na Assembleia da República o poder de decisão sobre o atual Governo ter ou não capacidade para mudar e assumir todos os erros cometidos em matéria de proteção social. 

Marcelo falou, mostrou claramente o seu desagrado e o que tinha de ser feito, mostrando que os próximos dias serão marcados por demissões no seio político que está neste momento na sua altura mais frágil desde que assumiram o poder. Marcelo não se encheu de máscaras como Costa, discursou como Homem e como Presidente, comentando a realidade da tragédia tal e qual como todos a interpretamos e agora é tempo de quem percebeu na integra o recado agir porque as palavras foram claras, só quem estiver mesmo agarrado ao tacho e sem capacidade de reação é que permanecerá com tanto erro junto. 

17
Out17

O discurso de António Costa


O Informador

antónio costa.jpg

Após dias de incêndio com dezenas de mortes, centenas de feridos e muita área ardida, foi declarado um período de luto nacional de três dias e António Costa resolveu falar em direto aos portugueses só que valia mais nem ter aparecido e manter-se calado porque o que fez foi nada dizer. 

O Primeiro-Ministro apareceu para voltar a afirmar que estamos em estado de alerta vermelho, que os acidentes acontecem e que não é hora de demitir ninguém, procurando-se sim soluções para o que aconteceu. Há quatro meses, na tragédia de Pedrógão Grande, foi dito exatamente o mesmo, com a diferença de que agora conseguiu chegar mais longe e afirmar que existem equipas escolhidas pela Assembleia da República e pelo Presidente da República para atuarem no momento e ajudarem a Proteção Civil a coordenar as equipas no combate às chamas, o que na altura parece que não existia.

Onde andaram a senhora Ministra da Administração Interna e os responsáveis das organizações civis ao longo destes quatro meses para nada ter sido alterado neste período? Os erros voltaram-se a cometer, as falhas da conjugação de meios existiram e as entidades competentes, que supostamente tinham percebido onde andam os problemas, estão metidos num buraco bem fundo sem conseguirem criar explicações num novo momento triste onde a força das chamas devastam tudo o que apanham pela frente.

É triste perceber que António Costa nada mudou no seu discurso de que está tudo controlado, mas sobre o qual consegue perceber falhas, mas que este incidente de percurso não é comparado ao de Pedrógão. Não, aqui só morreram pessoas em várias regiões do país e em Junho as mortes estiveram concentradas no mesmo espaço territorial. As famílias que ficaram sem as suas habitações também são outras, só por isso o nosso governante acha que as duas situações não podem ser comparadas e que por isso os cuidados que tomaram após o acidente de Pedrógão não tenham sido colocados em prática. 

Costa ficou muito mal visto neste seu discurso de boas maneiras a tentar disfarçar o estado de calamidade que os incêndios estão a provocar neste momento no país. Apareceu para falar sem nada de concreto afirmar, agradecendo a bombeiros, médicos, enfermeiros, polícia, proteção civil, autarcas e populações que têm combatido os incêndios e o resto? E preferir que essas pessoas não tivessem de ser chamadas se as coisas tivessem sido bem feitas? António Costa apareceu porque sentiu-se obrigado a tal mas depois proferiu um discurso tão amador que acabou por reforçar o que todos sabemos, criando um momento patético. 

Senti vergonha alheia ao perceber o irrisório que foi ver o nosso Primeiro-Ministro frente a uma câmara televisiva a disfarçar descaradamente o que está perante todos nós. Tudo está mal em matéria de proteção da floresta nacional e não há que criar ilusões porque elas não existem, há sim que admitir as falhas e agir rapidamente, não achar que estes momentos não voltam a acontecer tão cedo. É necessário alterar de imediato as regras, fazer rodar cadeiras, arrumar a casa e colocar pessoas competentes e com vontade de agir e sem interesses nos lugares certos. 

16
Out17

Onde andam os culpados?!


O Informador

João Mourinho

Outubro este ano fica marcado pelos incêndios espalhados por todo o país. Num fim-de-semana trágico a prolongar-se pelo início da semana, as chamas voltaram em força a invadir as nossas matas e desta vez não se ficaram somente pelos meios mais desertos, invadindo também grandes centros urbanos. 

Estamos em Outubro, podemos dizer que as temperaturas estiveram altas, mas não vamos fechar os olhos a toda esta situação porque claramente que mais de quinhentos incêndios com início num curto espaço de horas só pode ser fogo posto. O clima está bastante adverso para a altura do ano em que nos encontramos, mas tanta complicação é deveras estranho.

Vastas extensas áreas de mata, jardins, quintas e mesmo povoações têm sido devastadas nestas horas trágicas onde milhares de bombeiros estão no injusto combate contra uma realidade que muito podia ser evitada por quem não limpa os seus espaços mas também se a justiça atuasse em condições, castigasse os criminosos com penas firmes e não castigos através de trabalhos sociais ou com presenças semanais marcadas. Os castigos têm de ser levados a sério para dar o exemplo hoje no sentido de as coisas melhorarem no futuro. 

Certo é que existem muitas falhas nos sistemas nacionais e mais uma vez percebeu-se que o caos instalou-se com o perigo das chamas. Estradas que não foram cortadas a devido tempo, aldeias que não foram evacuadas quando o perigo ainda vinha distante, matas transformadas em autêntica pólvora e muita falta de organização, isto após poucos meses da tragédia de Pedrógão Grande. Como é que é possível voltar a errar da mesma forma e acabar por não remendar o que se sabe ter sido mal feito da outra vez?

Agora os culpados têm de ser apurados. Se há uns meses os erros tiveram desculpa e foram apontados, agora não há volta a dar e há que apurar os verdadeiros culpados das organizações políticas e sociais por tanto erro junto e falta de meios e condições que tornaram esta tragédia ainda maior. Estamos perante dezenas de mortos, centenas de feridos e longas áreas queimadas com famílias a ficarem desalojadas ao verem os seus bens serem levados pelo calor difícil de domar. 

16
Out17

Os Falsários [Bradford Morrow]


O Informador

os falsários.jpg

Autor: Bradford Morrow

Editora: Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Agosto de 2017

Páginas: 264

ISBN: 978-989-724-381-3

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Na tradição dos policiais de Agatha Christie e Arthur Conan Doyle, um romance misterioso e profundo sobre o fascínio do colecionismo e o lado sombrio do comércio de livros raros.

O que acontece quando mentimos tão bem que perdemos a noção do que é real? Numa prosa magnificamente cuidada, Bradford Morrow traça uma linha débil entre o devaneio e a intuição, a memória e a ficção autoilusória, entre o amor verdadeiro e o falso.

Uma comunidade bibliófila é abalada com a notícia de que Adam, um colecionador de livros raros, foi atacado e as suas mãos decepadas. Sem suspeitos, a polícia não consegue avançar no caso, e a irmã procura desesperadamente uma pista.

Ao longo das páginas repletas de mistério e simbologias, escritores famosos e citações brilhantes, Will, cunhado e colega de profissão de Adam Diehl, tenta obter uma resposta e, ao mesmo tempo, escapar às ameaças do misterioso «Henry James». Consciente do simbolismo do caso, ele sabe que um homem sem mãos se vê privado do instrumento mais precioso quando se trata de imitar a caligrafia de William Faulkner, James Joyce, Conan Doyle e outros que tais. Na verdade, Will, ele próprio genial falsário, talvez saiba demais.

 

Opinião: Os Falsários, da autoria de Bradford Morrow, encontra-se entre os Melhores Livros do Ano da Financial Times mas não foi por isso que este romance lançado em Portugal pela Clube do Autor me conseguiu conquistar. 

Com uma história onde o mundo dos livros volta a ter destaque, o romance e mistério juntam-se numa só obra para convidar o leitor a seguir as pistas deixadas sobre o mistério que envolve a morte de um falsificador de cartas, mensagens e enigmas importantes. A narrativa inicia-se com Will, o nosso narrador presente, a relatar o momento em que Adam, o falsário, é encontrado com as mãos decepadas envolto nos seus livros de edições raras. A partir daí inicia-se a questão tão bem conhecida do «quem cometeu o crime?». As suspeitas de Will sobre este mistério em torno do seu cunhado Adam, as perceções de Meghan, a irmã do livreiro, sobre o crime e as investigações da polícia em torno do caso vão sendo debatidas ao mesmo tempo que o leitor vai tendo uma perceção sobre o método de trabalho destes falsificadores da verdade do mundo literário. A perfeição, originalidade e investigação que cada falsário faz para não cometer erros no esquema que pratica são mostrados neste livro onde todos podem ser suspeitos mas que só, talvez o mais próximo, seja o principal vigarista e interessado em afastar um dos seus rivais diretos. 

15
Out17

Vinho alentejano


O Informador

Visita pelo Alentejo que também pode servir um pouco para vos relembrar sobre os bons produtos que a região tem e que todos podem adquirir. Apeteceu-me fazer por aqui uma rápida lista sobre vinhos alentejanos, disponíveis nos locais habituais, e cujos preços variam bem, a favor da qualidade, grau e do nome da casa onde são produzidos.

Geralmente é nos vinhos brancos do Alentejo e do Dão pelos quais me deixo mais facilmente levar, mas como esta semana de Outubro está a ser passada pela região alentejana, deixo-vos com uma pequena amostra, sobre a qual até podem comprar de forma online, de vinhos que são feitos pela zona. Dos suaves frutados aos secos, existem variações para todos os gostos e há que provar para perceber em qual reside o paladar que melhor agrada a cada um. A mim são os frutados suaves que me deixam satisfeito, mas não descarto provar um vinho mais pesado e seco.

14
Out17

Animais nos estabelecimentos


O Informador

animal estimação.jpg

Partido Animais e Natureza, Bloco de Esquerda e Partido Ecologista os Verdes levaram a votação na Assembleia da República o projeto para que seja possível a permissão de animais de companhia em estabelecimentos de restauração, para além dos cães de assistência já autorizados por lei. O projeto foi aprovado mas eu, enquanto cidadão, dono de um cão, não consigo concordar com este novo facto.

É certo que cada proprietário de estabelecimento poderá decidir se autoriza ou não os animais de estimação entrarem nos seus espaços a partir de agora mas analiso esta aprovação parlamentar como um passo atrás no que havia sido feito. Primeiro tiram os animais de locais onde existe comida para que não se criem complicações desnecessárias com pelos e questões de higiene, agora uns anos depois voltam atrás com a palavra só porque ter um animal de estimação parece estar na moda. Não posso concordar com esta alteração de pensamentos dos nossos deputados, tal como não concordava se voltasse a ser possível fumar em todos os locais públicos. Se conseguiram colocar as leis a favor da higiene e saúde, agora conseguem fazer exatamente o contrário do que havia sido feito. 

Não tenho de estar num restaurante com um animal a sacudir-se e a fazer com que os seus pelos fiquem no ar durante minutos com os pratos de comida por perto. Eu tenho o meu cão mas não existe sequer hipótese de o colocar dentro de um estabelecimento de restauração por respeito aos outros, sabendo no entanto que com esta aprovação irei a partir de agora ver cães  a deixarem os seus vestígios junto de montras cheias de bolos, por exemplo. Não, isto não faz sentido em pleno século XXI num país desenvolvido. Podemos gostar muito dos nossos animais mas cada um tem de perceber o espaço do humano e do seu amigo de quatro patas para respeitar os outros.

Os deputados que votaram a favor desta lei devem certamente de ter animais que os acompanham em alguns passeios de rua mas de certo que não pensaram no desagradável que será ter um cão a ladrar ao ver um gato dentro de uma pastelaria ou de ter um cachorro ainda não ensinado a fazer as suas necessidades mesmo junto à mesa de quem está a comer um belo bife.

Os projetos do PAN são muito bonitos e em certas situações fazem sentido mas andar para trás no tempo e anular praticamente uma lei de 2015, que havia impedido os animais de companhia de entrarem em estabelecimentos é daquelas coisas que não irei perceber e sobre a qual irei fazer cara feia quando me sentir incomodado pela presença de um animal que esteja presente num local onde queira comer descansado e sem pelos. Existem animais e animais e não vamos tapar os olhos porque a limpeza de casa ao se ter um animal não é a mesma da de um local onde entram várias pessoas diariamente e poderão assim entrar vários animais que nem sempre usufruem da higiene que o meu cão tem. 

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